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domingo, 26 de junho de 2011

ABC Pára-raios, mais de 10 anos protegendo o Brasil

ABC Pára-raios, mais de 10 anos protegendo o Brasil
Por estar localizado numa região tropical, e ter uma grande extensão territorial, o Brasil esta entre as regiões no mundo com maior incidência de raios, segundo estudos realizados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela agência espacial norte-americana (Nasa).
Informações dão conta, que caem anualmente em todo o país, entre 50 e 70 milhões de raios, matando em média 100 pessoas por ano, atingidas por estas descargas. Em termos econômicos, os prejuízos pela incidência desses raios no Brasil, chegam a mais R$ 500 milhões, e os setores elétrico, industrial e de telecomunicações são os mais afetados.
Diante disso, a instalação de pára-raios em prédios, edificações industriais e comerciais e todo e qualquer local que haja aglomerações de pessoas como, teatros, cinemas, parques, escolas, igrejas e órgãos públicos, se tornaram obrigatória por lei. Quanto a residências, a instalação desse equipamento é uma decisão única do proprietário.
O raio é uma descarga elétrica produzida pelo contato entre nuvens de chuva eletrizadas ou entre uma destas nuvens e a terra (solo). A descarga é visível a olho nu, com trajetórias sinuosas e de ramificações irregulares às vezes com muitos quilômetros de distância até o solo. Este fenômeno produz um clarão conhecido como relâmpago e também uma onda sonora chamada trovão.
Os Pára-Raios, também anti-raios, servem para desviar essas descargas elétricas, evitando que as suas altas correntes de voltagem, entrem pela fiação elétrica atingindo as pessoas e animais dentro das edificações, queimando aparelhos eletro-eletrônicos, e também causando incêndios.
Depois de ministrar inúmeras palestras no Brasil e no exterior sobre Pára-Raios e anti-raios, e também prestar consultoria para empresas que instalavam esses equipamentos, o Eng° Luiz Pereira constatou que a maioria dos Pára-Raios instalados no país não atendiam as normas técnicas necessárias, tinham um visual arquitetônico ruim, e a haviam poucos profissionais especializados neste seguimento.
E partindo desta constatação, o Eng° Luiz Pereira fundou a mais de 10 anos a ABC Pára-raios, maior empresa brasileira especializada em instalação, adequação e projetos de Pára-raios, com mais de 600 obras realizadas em diversas cidades do Brasil, em Condomínios horizontais e verticais e em empresas de pequeno, médio e grande porte com instalação/adequação de Pára-raios, instalações de protetores anti-raios, remoção de Pára-raios Radioativos e Medições Ôhmicas.
Entre as empresas clientes da ABC Pára-raios, estão a Unip - Universidade Paulista, General Motors, Banco Santander, CPFL Energia, Polícia Militar do Estado de São Paulo, Ipem SP - Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo, White Martins, Volkswagen, Usiminas, Cosipa, Rolls Royce, entre outras.ABC Pára-raios, mais de 10 anos protegendo o Brasil
Por estar localizado numa região tropical, e ter uma grande extensão territorial, o Brasil esta entre as regiões no mundo com maior incidência de raios, segundo estudos realizados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela agência espacial norte-americana (Nasa).
Informações dão conta, que caem anualmente em todo o país, entre 50 e 70 milhões de raios, matando em média 100 pessoas por ano, atingidas por estas descargas. Em termos econômicos, os prejuízos pela incidência desses raios no Brasil, chegam a mais R$ 500 milhões, e os setores elétrico, industrial e de telecomunicações são os mais afetados.
Diante disso, a instalação de pára-raios em prédios, edificações industriais e comerciais e todo e qualquer local que haja aglomerações de pessoas como, teatros, cinemas, parques, escolas, igrejas e órgãos públicos, se tornaram obrigatória por lei. Quanto a residências, a instalação desse equipamento é uma decisão única do proprietário.
O raio é uma descarga elétrica produzida pelo contato entre nuvens de chuva eletrizadas ou entre uma destas nuvens e a terra (solo). A descarga é visível a olho nu, com trajetórias sinuosas e de ramificações irregulares às vezes com muitos quilômetros de distância até o solo. Este fenômeno produz um clarão conhecido como relâmpago e também uma onda sonora chamada trovão.
Os Pára-Raios, também anti-raios, servem para desviar essas descargas elétricas, evitando que as suas altas correntes de voltagem, entrem pela fiação elétrica atingindo as pessoas e animais dentro das edificações, queimando aparelhos eletro-eletrônicos, e também causando incêndios.
Depois de ministrar inúmeras palestras no Brasil e no exterior sobre Pára-Raios e anti-raios, e também prestar consultoria para empresas que instalavam esses equipamentos, o Eng° Luiz Pereira constatou que a maioria dos Pára-Raios instalados no país não atendiam as normas técnicas necessárias, tinham um visual arquitetônico ruim, e a haviam poucos profissionais especializados neste seguimento.
E partindo desta constatação, o Eng° Luiz Pereira fundou a mais de 10 anos a ABC Pára-raios, maior empresa brasileira especializada em instalação, adequação e projetos de Pára-raios, com mais de 600 obras realizadas em diversas cidades do Brasil, em Condomínios horizontais e verticais e em empresas de pequeno, médio e grande porte com instalação/adequação de Pára-raios, instalações de protetores anti-raios, remoção de Pára-raios Radioativos e Medições Ôhmicas.
Entre as empresas clientes da ABC Pára-raios, estão a Unip - Universidade Paulista, General Motors, Banco Santander, CPFL Energia, Polícia Militar do Estado de São Paulo, Ipem SP - Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo, White Martins, Volkswagen, Usiminas, Cosipa, Rolls Royce, entre outras.


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Obrigatoriedade de DPS, NBR 14039, ABNT 5419:2001,

Abaixo algumas citações da norma NBR 14039 onde ela estipula padrões a serem seguidos para os dispositivos de proteção mas em nenhum momento ela obriga o uso de um DPS, o disjuntor sim é obrigatório segundo a norma pois é ele quem efetuara o desligamento da rede viva caso ocorra corrente de curto circuito, sobrecarga, etc.


De acordo com a Norma ABNT 5419:2001 – 3.5 sistema de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA): Sistema completo destinado a proteger uma estrutura contra os efeitos das descargas atmosféricas. É composto de um sistema externo e de um sistema interno de proteção.
3.7 sistema interno de proteção contra descargas atmosféricas: Conjunto de dispositivos que reduzem os efeitos elétricos e magnéticos da corrente de descarga atmosférica dentro do volume a proteger.

Nosso fornecedor estipula que seja usado um Disjuntor quando o Fusível ou Disjuntor Geral do quadro em que o DPS for instalado for maior ou igual a 100 ampères.

Da norma NBR 5410:2004 e 5419
O DPS é o dispositivo preconizado pela norma ABNT 5410 e 5419, para proteger as instalações elétricas e os equipamentos eletro-eletrônicos contra surtos, sobretensões ou transientes diretos ou indiretos, independentemente da origem, se por descargas atmosféricas ou por manobras da concessionária

Significado de Preconizar
v.t. Recomendar, pregar; apregoar com louvor, fazer a propaganda de.
Resumindo, nosso fornecedor cita em seu site ser obrigatório mas ao ler a norma percebe-se que o DPS é recomendado...mas para um sistema completo de proteção citado na norma 5419 entende-se que é necessário um sistema de proteção interna mas não especifica ser o DPS e sim um conjunto de dispositivos de proteção não especificados na norma. Comercialmente deve-se pensar dizer ao cliente o termo obrigatório pois como disse a norma em seu conteúdo não diz ser obrigatório o DPS.
O DPS instalado sem aterramento irá proteger os equipamentos eletrônicos?
Primeiramente, vamos esclarecer alguns pontos importantes:
A LEI FEDERAL No 11.337, de 26 de JULHO DE 2006, sancionada pelo Presidente Lula, com vigência a partir de dezembro de 2007, estipulou:
Art. 1o As edificações cuja construção se inicie a partir da vigência desta Lei deverão obrigatoriamente possuir sistema de aterramento e instalações elétricas compatíveis com a utilização do condutor-terra de proteção, bem como tomadas com o terceiro contato correspondente.
No entanto, não podemos esquecer que o parque instalado, na sua grande maioria, não possui o sistema de aterramento. Porém, no Brasil é muito comum o sistema TN-C, onde o neutro é aterrado. Nesses casos o condutor de neutro aterrado (PEN) pode ser utilizado pelo DPS como aterramento. Nos demais casos, para que o DPS ofereça total proteção ele necessita do sistema de aterramento para desviar os surtos e transientes que atingem uma instalação elétrica.

Obs.: Para um sistema perfeito é necessário Eletrodos de Aterramento, Ligação Equipotencial e o DPS que é o principal elemento do sistema.
Sendo assim qualquer instalação sem um desses componentes estará com a sua segurança comprometida.
Lembrando que o aterramento tem outras finalidades, tais como drenar as tensões eletrostáticas que se formam nos equipamentos eletrônicos e principalmente proteger os seus usuários de choques elétricos.

Citações da Norma NBR 14039:

“1.2.4 Esta Norma não se aplica a:
a) instalações de tração elétrica;
b) instalações elétricas de veículos automotores;
c) instalações elétricas de embarcações e aeronaves;
d) equipamentos para supressão de perturbações
radioelétricas, na medida em que eles não comprometam
a segurança das instalações;
e) instalações de iluminação pública;
f) redes públicas de distribuição de energia elétrica;
g) instalações de proteção contra quedas diretas de
raios; no entanto, esta Norma considera as conseqüências
dos fenômenos atmosféricos sobre as
instalações (por exemplo, escolha de dispositivos de
proteção contra sobretensões);
h) instalações em minas;
i) instalações de cercas eletrificadas.”

4.1.3.1 Proteção contra correntes de sobrecarga
Todo circuito deve ser protegido por dispositivos que interrompam a corrente nesse circuito quando esta, em pelo menos
um de seus condutores, ultrapassar o valor da capacidade de condução de corrente nominal e, em caso de passagem
prolongada, possa provocar uma deterioração da instalação.

4.1.3.2 Proteção contra correntes de curto-circuito
Todo circuito deve ser protegido por dispositivos que interrompam a corrente nesse circuito quando pelo menos um de seus
condutores for percorrido por uma corrente de curto-circuito, devendo a interrupção ocorrer num tempo suficientemente
curto para evitar a deterioração da instalação.

4.1.4 Proteção contra sobretensões
As pessoas, os animais e os bens devem ser protegidos contra as conseqüências prejudiciais devidas a uma falta elétrica
entre partes vivas de circuitos com tensões nominais diferentes e a outras causas que possam resultar em sobretensões
(fenômenos atmosféricos, sobretensões de manobra etc.).

4.2.6.2 As instalações devem ser providas de dispositivos automáticos para seccionar os curtos-circuitos entre fases, faltas
à terra perigosas ou para indicar a condição de falta, dependendo principalmente do esquema de aterramento.

5.3.4 Natureza dos dispositivos de proteção
Os dispositivos de proteção devem ser escolhidos entre os indicados em 5.3.4.1 e 5.3.4.2.

5.3.4.1 Dispositivos que garantem simultaneamente a proteção contra correntes de sobrecarga e contra correntes
de curto-circuito
Esses dispositivos de proteção devem poder interromper qualquer sobrecorrente menor ou igual à corrente de curto-circuito
presumida no ponto em que o dispositivo está instalado. Tais dispositivos podem ser disjuntores acionados através de
relés secundários com as funções 50 e 51, fase e neutro (onde é fornecido o neutro). Não são aceitos relés com princípio
de funcionamento com retardo a líquido.
NOTAS
1 Quando forem utilizados relés com as funções 50 e 51 do tipo microprocessado, digital, auto-alimentados ou não, deve ser garantida, na
falta de energia, uma fonte de alimentação de reserva, com autonomia mínima de 2 h, que garanta a sinalização dos eventos ocorridos e o
acesso à memória de registro dos relés.
2 Os transformadores para instrumentos conectados aos relés secundários devem ser instalados sempre a montante do disjuntor ou chave
a ser atuado(a), garantindo assim a proteção contra falhas do próprio dispositivo.
3 Para qualquer tipo de relé, deve ser instalado um dispositivo exclusivo que garanta a energia necessária ao acionamento da bobina de
abertura do disjuntor, que permita teste individual, recomendando-se o uso de fonte capacitiva.
4 O sistema geral de proteção da unidade consumidora deve permitir coordenação com o sistema de proteção da concessionária, ser
dimensionado e ajustado de modo a permitir adequada seletividade entre os dispositivos de proteção da instalação.

5.3.4.2 Dispositivos que garantem apenas a proteção contra correntes de curto-circuito
Tais dispositivos podem ser utilizados quando a proteção contra sobrecargas for realizada por outros meios ou quando se
admitir a omissão da proteção contra sobrecargas. Esses dispositivos devem poder interromper qualquer corrente de curtocircuito
menor ou igual à corrente de curto-circuito presumida. Não são aceitos relés com princípio de funcionamento com
retardo a líquido. Podem ser utilizados:
a) disjuntores acionados através de relés com a função 50;
b) dispositivos fusíveis limitadores de corrente conforme a NBR 8669 e do tipo expulsão conforme a NBR 7282, para
uso exclusivo em instalações externas.

5.4 Proteção contra sobretensões
As sobretensões nas instalações elétricas de média tensão não devem comprometer a segurança das pessoas, nem a
integridade das próprias instalações e dos equipamentos servidos.
NOTA - O uso adequado de pára-raios de resistência não linear é considerado uma medida de proteção contra sobretensão de origem
atmosférica.

5.5 Proteção contra mínima e máxima tensão e falta de fase
5.5.1 Devem ser consideradas medidas de proteção quando uma queda de tensão significativa (ou sua falta total) e o
posterior restabelecimento desta forem suscetíveis de criar perigo para pessoas e bens ou de perturbar o bom
funcionamento da instalação.
NOTA - No caso da proteção contra quedas e faltas de tensão, normalmente são utilizados relés de subtensão acoplados a dispositivos de seccionamento.
 
 
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Informativo ABCParaRaios Junho de 2011




 
 
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Convênio permite emissão do alvará em menos tempo.

Nesta sexta-feira, o prefeito de Maringá, Sílvio Barros, assinou um decreto municipal para o convênio entre a prefeitura e o CREA-PR, que prevê mudanças na emissão do alvará para obras. 
O decreto vale a partir de 1º de setembro e, com isso, as emissões deverão acontecer em tempo reduzido, já que os projetos protocolados na Prefeitura passarão por uma análise mais dinâmica. Atualmente, todos os projetos protocolados passam por um crivo detalhado e moroso, onde são observados todos os itens previstos no código de posturas do Município.

Com a mudança, a análise dos projetos será com realizada com base em critérios urbanísticos (zoneamento, recuos, área de permeável, entre outros). Isso porque, durante a elaboração do projeto, esses itens já foram estudados pelos profissionais, seja de engenharia ou de arquitetura. “Esse decreto irá representar para a comunidade mais agilidade no processo de emissão do alvará. Para os profissionais, isso pode ser visto como uma valorização profissional”, explica o gerente do CREA-PR, regional Maringá, Edgar Tsuzuki.

Na oportunidade da assinatura, acompanhada por profissionais de diferentes setores, o presidente do CREA-PR, engenheiro agrônomo Álvaro Cabrini Jr, destacou a importância da recomposição dos quadros técnicos nos órgãos públicos “esta questão é fundamental para o desenvolvimento dos municípios e maior agilidade na prestação dos serviços para a população”.

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ELAT divulga número de mortes no Brasil em 2010 e 2011.

Mapa de mortes na década para o estado de SP. Entre em contato para solicitar o mapa em alta resolução, assim como o mapa de todo o Brasil

O Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) concluiu o estudo sobre o total de vítimas fatais atingidas por raios em nosso país no ano de 2010. Ao todo foram registradas 89 mortes no Brasil, sendo este um número inferior à média registrada entre os anos 2000 - 2009, que foi de 132 por ano. O estado de SP lidera o ranking com 12 mortes, seguido pelo PA com 8 e MG e TO com 7. Em alguns estados, houve o registro de apenas uma morte, como é o caso de RJ e PR. Já em 2011, dados preliminares apontam que até o momento foram registrados 28 casos de vítimas fatais em todo o país.Alguns dados sobre o ano de 2010 são surpreendentes.
O número de homens que morreram ainda continua muito superior ao número de mulheres, atingindo 82% do total. E quase metade das vítimas fatais eram pessoas na faixa etária entre 20 e 39 anos. O aumento de vítimas durante a primavera também foi notável. Em 2010, morreram mais pessoas na primavera (40%) do que no verão (36%). Na primavera a incidência de raios também aumenta, mas em geral a maioria dos casos fatais acontece no verão, época do ano em que mais caem raios no país. Na análise da década (2000-2009), 45% das pessoas morreram durante o verão enquanto 32% morreram na primavera.“Em parte este resultado reflete o fato de que as pessoas se preocupam menos com os perigos quando chega esta época do ano (primavera) e se tornam mais conscientes dos cuidados que devem ter com a proximidade do verão, quando então aumentam as tempestades e as notícias sobre mortes e danos causados por raios” comentou Osmar Pinto Junior, coordenador do ELAT.
As circunstâncias em que as pessoas morreram também foram analisadas ao longo da última década, incluindo uma análise por região. Quase 61% das pessoas foram atingidas na zona rural e 29% das pessoas que morreram no Brasil estavam no Sudeste, região em que a maioria (17%) morreu por estar praticando atividades ligadas à agropecuária. A segunda principal causa foi estar próximo a algum meio de transporte (e não dentro) durante uma tempestade, com 14% do total.
 Em parte este resultado reflete o fato de que as pessoas se preocupam menos com os perigos quando chega esta época do ano (primavera) e se tornam mais conscientes dos cuidados que devem ter com a proximidade do verão, quando então aumentam as tempestades e as notícias sobre mortes e danos causados por raios 
Osmar Pinto Junior, coordenador do ELAT
O estudo traz outro resultado bastante interessante, que evidencia que as circunstâncias em que ocorrem mortes por raios apresentam variações significativas em diferentes regiões do Brasil. É possível perceber que características de determinadas regiões ficam evidentes nos percentuais das circunstâncias de mortes por raios. Por exemplo, a atividade agropecuária atinge o maior percentual na região sul, que é a região mais tradicional do país nesta área. Já as regiões norte e nordeste apresentam os percentuais mais altos para a circunstância dentro de casa, o que provavelmente indica que muitas casas nesta região são de chão batido, o que as torna muito menos seguras.
Outros dois dados que chamam a atenção são: o percentual de vinte por cento de mortes devido à circunstância telefone (se refere a telefone com fio ou celular conectado no carregador) no centro-oeste, que é quase nulo em outras regiões, e o percentual de mortes no norte em campos de futebol, também alto quando comparado às outras regiões.
Todas as informações e dados, coletados desde o ano 2000 até 2011, tem como fonte o ELAT / INPE, o Departamento de Informações e Análise Epidemiológica (CGIAE) do Ministério da Saúde, a Defesa Civil, veículos de imprensa e também dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O Brasil é um dos poucos países que dispõe de um mapeamento detalhado das circunstâncias das mortes por descargas elétricas atmosféricas, o que pode contribuir significativamente para aperfeiçoar as regras nacionais de proteção contra o fenômeno.

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Crea-Minas firma convênio com Tribunal Regional do Trabalho.

O Crea-Minas firmou importante convênio de cooperação técnica com o TRT nas
áreas de perícia a serem realizadas nas ações que tramitam na justiça do
Trabalho de Minas Gerais, bem como serviços e obras realizadas para o TRT.
As partes irão colaborar mutuamente para que tais serviços sejam realizados
por profissionais habilitados e registrados no Crea-Minas e que a
fiscalização por parte do Conselho seja efetiva quanto à atuação dos
profissionais regulados pelo Sistema Confea/Creas, com vistas ao
aperfeiçoamento da prestação jurisdicional e maior segurança nos
procedimentos periciais, nos termos da lei nº 5.194/66 e da lei nº 6.496/77.

As ações conjuntas serão operacionalizadas em todo o estado de Minas Gerais.


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quinta-feira, 16 de junho de 2011

MP pode interditar estádio Almeidão

MP pode interditar estádio Almeidão e cancelar jogo entre Botafogo e Campinense

Laudo do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA) recomenda interdição do Estádio Almeidão e jogo entre Botafogo e Campinense, da final do campeonato paraibano, ficará prejudicado.

Segundo informações obtidas pelo Paraíba.com.br, um relatório do CREA desaprova a utilização do estádio para partidas de futebol. A decisão agora caberá ao Ministério Público.


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Criação de conselho divide opiniões

A criação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) no Brasil vem dividindo opiniões dos profissionais da área. A lei prevê que em 1º de janeiro de 2012 todos os arquitetos e urbanistas sejam compulsoriamente desvinculados do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea) e filiados ao CAU.
O presidente da Associação de Engenheiros e Arquitetos de Maringá (Aeam), Altair Ferri, afirma que particularmente não acha interessante para os profissionais da área a separação em duas entidades. Ferri diz temer que a fiscalização não seja eficiente e que haja "bagunça" no mercado.
O engenheiro reconhece, no entanto, que a criação do CAU atende a uma reivindicação antiga dos arquitetos e diz que o Crea deve auxiliar no período de transição.
"A lei já está aprovada, o momento de discussão passou. Agora é hora de nos organizarmos para operar a transição da melhor maneira possível. Seremos parceiros sempre", diz.
Fato
"A lei já está aprovada,
o momento de discussão 
passou"
Altair Ferri
Presidente da Aeam
O arquiteto Marcos Kenji também coloca ressalvas na criação do CAU, afirmando que pode haver um prejuízo grande para os arquitetos do interior.
Para ele, os 75 anos de história do Crea permitiram a criação de uma estrutura muito eficiente, com inspetorias na maioria absoluta das cidades com mais de 70 mil habitantes.
"Quantos anos vamos levar para conseguirmos chegar no nível atual? As decisões devem ficar centralizadas em Brasília e nas capitais", diz.
Já o arquiteto Manoel de Oliveira Filho vê o CAU com otimismo. "Isto é o resultado de 52 anos de luta para termos um conselho próprio", diz. Para ele, a maior vantagem da criação do CAU é a possibilidade de maior autonomia para reivindicar demandas específicas.

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quinta-feira, 9 de junho de 2011

CREA-RJ faz vistorias em prédios da UFRJ.

O CREA-RJ, em parceria com a Defensoria Pública da União (DPU), começou uma série de vistorias em prédios históricos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O objetivo é apurar denúncias recebidas pelo Conselho sobre o precário estado de conservação dos imóveis.
Quatro dos dez prédios que serão vistoriados são tombados pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, entre eles o Hospital Escola São Francisco de Assis (HESFA), o Museu Nacional, o Instituto de Filosofia e Ciências Sociais e o Palácio Universitário. O HESFA foi o escolhido para inaugurar a fiscalização.
Apesar de não ser mais usado para internação de pacientes, o hospital atende cerca de mil pessoas por mês entre dependentes químicos, portadores de HIV, idosos e crianças. A falta de equipamentos contra fogo e a precariedade da rede elétrica foram alguns dos problemas detectados.
Segundo o engenheiro Antônio Eulálio, relator da vistoria, as instalações do prédio podem ser classificadas como precárias. “O imóvel está totalmente degradado, sem a mínima estrutura para funcionar como unidade hospitalar. De positivo, só encontramos a boa vontade dos médicos e da direção em tentar uma saída para o caos”, afirmou.
O defensor público André Ordacgy disse que o Ministério Público vai entrar com uma ação na Justiça Federal para cobrar a realização das obras emergenciais em um prazo de 30 dias. “Se o prazo não for cumprido, vamos solicitar a aplicação de multa diária de R$10 mil, até que os serviços sejam executados. O local é completamente insalubre e sequer tem Brigada de Incêndio. O risco é constante.”, enfatizou.
De acordo com o diretor da Divisão de Patrimônio da universidade, Paulo Belinha, o BNDES já liberou R$2 milhões dos R$11 milhões previstos para as obras no hospital, que estão em licitação. Porém, o presidente do CREA-RJ, Agostinho Guerreiro, ressaltou o caráter emergencial delas. “Os recursos que a universidade e o BNDES vão liberar ainda estão sem prazo definido. Enquanto isso as coisas vão se deteriorando ainda mais”, disse.
Ordacgy afirmou, ainda, que pediu ao Ministério Público Federal o enquadramento do reitor da UFRJ, Aloísio Teixeira, em crime de desobediência. Segundo ele, o reitor não prestou informações sobre os imóveis no prazo determinado de 15 dias. A universidade informou que apoia as vistorias, mas não dispôs de “tempo hábil” para disponibilizar as respostas.

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Crea-BA apresenta nova ART para profissionais de Feira de Santana.

O novo modelo e as mudanças ocorridas na Anotação de Responsabilidade Técnica serão discutidas em uma palestra promovida pelo Crea-BA no dia 08 de junho, às 19 horas, na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Feira de Santana.Tipos e preenchimento de ART, o fim da Anotação Posterior (até 31 de dezembro de 2011) e responsabilidade técnica também serão alguns dos temas debatidos. 

A Bahia foi o primeiro estado a implantar o novo sistema (em vigor desde 1º de janeiro deste ano). A contabilização de obras públicas paralisadas e o georeferênciamento (posicionamento geográfico) estão entre os avanços da nova ART, que deixou de ser um documento pessoal e passou a ser fonte de dados nacional – uma exigência da sociedade acolhida pelo Sistema Confea/Crea.

A palestra será proferida pela coordenadora de Registro e Cadastro do Conselho, arquiteta Lucy Pessoa. A proposta do Confea em centralizar todas as informações vai permitir que com a nova ART, além dos órgãos fiscalizadores do governo, a sociedade também tenha acesso aos dados referentes às obras.


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Aenor e CREA discutem legislação e Conselho de Arquitetura.

Diretores da Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Norte de Mato Grosso (Aenor) se reuniram com o presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA) de Mato Grosso, Tarciso Bassan, para tratar sobre assuntos ligados a legislação que rege a categoria e também informações sobre o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU).
 
“O Tarcisio Bassan expos aos profissionais a importância deles estarem atentos ao que estabelece a legislação, tanto no que diz respeito ao que deve ser cumprido como também aos direitos de cada profissão”, informou o presidente da Aenor, Amadeu Rampazzo Jr.

O presidente do CREA também falou sobre as novas perspectivas, inovações do Conselho e da qualidade da atual estrutura que a entidade possui.

“A estrutura do CREA evoluiu muito nos últimos anos. A representatividade do Conselho junto ao Confea é extremamente forte. Temos um conselheiro federal que nos representa no órgão e as associações também contribuem muito para o fortalecimento da classe em todo o Mato Grosso”, afirmou Bassan.

O presidente do CREA destacou o trabalho que a Aenor desenvolve na região, em busca de melhorias para a categoria e na luta por novas conquista para a classe. O reconhecimento foi agradecido por Rampazzo.

“Nos sentimos honrados e agradecidos por esse reconhecimento do Conselho. Desde sua fundação, a Aenor procura atender às necessidades dos associados e desenvolver atividades que agreguem novas conquistas para os profissionais. Ao mesmo tempo a Associação cobra e influencia esses profissionais a realizarem suas atividades dentro do que é estabelecido por lei, oferecendo assim à sociedade local, segurança nos trabalhos que são desenvolvidos”, enfatizou o presidente da Aenor.

Bassan esteve em Sinop no sábado (4) para prestigiar a abertura da 27ª Exponop e também para cumprir agenda na inspetoria do CREA em Sinop

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CMTP atende recomendações do CREA-PI para Metrô de Teresina.

A Companhia Metropolitana de Transportes Públicos (CMTP), na manhã desta quarta-feira (08), recebeu, oficialmente, o laudo expedido pelo Conselho Regional Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA- PI). O laudo atende a solicitação do Ministério Público Estadual e refere-se a vistoria realizada nos dias 24 e 25 de maio, na malha ferroviária de Teresina.
Foram inspecionados os quinze quilômetros da via e a Companhia Metropolitana de Transportes Públicos já está atendendo as recomendações do CREA-PI. De acordo com o diretor presidente da CMTP, Marcos Silva, a principal recomendação da instituição foi a substituição de dormentes, o que já vem sendo feito pelo Governo do Estado. “Foi recomendado trocar cerca de oito mil dormentes, sendo quatro mil de caráter emergencial. Informamos aos usuários que o Governo do Estado já liberou recursos para a compra de quatro mil dormentes e que a CMTP iniciou a troca dessas peças desde a semana passada", informa Marcos Silva. A substituição já está acontecendo nas proximidades das Ruas Treze de Maio, David Caldas, Sete de Setembro, Rua Goiás, Gabriel Ferreira, Monsenhor Gil, São Pedro, Goiás, nas proximidades da Ponte Wall Ferraz e na entrada do pátio de manobra da Companhia, localizada no bairro Boa Esperança.
O diretor lembrou ainda que, no inicio deste ano, foi lançado um edital para a aquisição de oito mil dormentes e nenhuma empresa se mostrou interessada, em razão do baixo valor da peça sugerido pela Caixa Econômica Federal. “Além desses quatro mil dormentes de caráter emergencial está previsto para ser trocado mais oito mil dormentes logo que a Caixa Econômica atualize o preço e permita a reabertura da licitação”, enfatiza.
De acordo com o laudo, apresentado pelo presidente do CREA-PI, José Borges Araújo, uma das dificuldades da CMTP é a circulação compartilhada com os trens cargueiros da Transnordestina. “Como o metrô é um transporte leve não causa danos na via. Os principais prejuízos são no trecho comum entre a CMTP e a Transnordestina e isso é devido ao peso”, diz.
Para o presidente da comissão do CREA-PI e especialista em ferrovia, engenheiro José Fortes, o problema é pontual. “O laudo apontou que o problema é pontual e sabemos que a CMTP irá resolver isso da maneira mais eficiente possível, já que o transporte ferroviário é um dos transportes públicos mais seguros”, ressalta. Além dos dormentes, estão sendo realizados serviços complementares como a substituição dos materiais nas curvas horizontais, nas seções de aterros, lubrificação de juntas, modificações nos aparelhos de mudanças de via, passagens de nível, correção geométrica de bitola e nivelamento da linha.

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Crea Pará lança edital com 22 vagas.

O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agricultura do Estado do Pará (Crea-PA) lançou edital de concurso público para selecionar 22 novos servidores de nível fundamental e formar cadastro reserva. De acordo com o edital de abertura, os salários vão variar entre R$ 547 até R$ 958.
As chances oferecidas são para os cargos de auxiliar técnico e auxiliar administrativo. As oportunidades oferecidas terão lotação nos municípios de Ananindeua, Barcarena, Bragança, Capanema, Castanhal, Paragominas, Salinópolis, Conceição do Araguaia, Marabá, Parauapebas, Redenção, Tucuruí, Xinguara, Tucumã, Canaã, do Carajás, Rondon do Pará, Altamira, Itaituba, Santarém, Oriximiná, Novo Progresso, Monte Alegre, Almeirim e Juruti.
O certame será composto por provas objetivas de múltipla escolha com caráter classificatório e eliminatório. Os exames estão previstos para acontecer no dia 11 de setembro, das 8h30 às 12h30, nas cidades de Ananindeua, Castanhal, Marabá, Parauapebas e Santarém. Interessados em participar da seleção devem se inscrever a partir do dia 7 de julho até as 18h do dia 10 de agosto, pelo site https://www.fadesp.org.br/. As taxas de cadastro são de R$ 40 para os empregos de nível fundamental e de R$ 50 para os postos de nível superior. 

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Convênio entre Crea-RN e a UnP proporcionará descontos em cursos de graduação e pós-graduação.

O CREA-RN está firmando convênio com a UnP - Universidade Potiguar para concessão de descontos nos cursos de graduação e pós-graduação universitária. O convenio vai beneficiar os profissionais, incluindo seus familiares, e os servidores do Sistema Confea/Crea no estado.
O objetivo do convênio é criar oportunidades para a formação e a atualização profissional. De acordo com o presidente do Crea-RN, engenheiro civil Adalberto Pessoa de Carvalho, para a graduação o desconto será equivalente a 17% do valor da mensalidade. “Já os cursos de pós-graduação o desconto será de vinte por cento.”
O convênio contempla os profissionais do Sistema Confea/Crea, bem como, suas esposas e filhos; e também os servidores do Crea-RN. Para ter direito ao desconto o profissional deve estar em dia com a anuidade.

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Chuva forte e baixas temperaturas nesta quinta-feira em Londrina.

Nesta quinta-feira (9), áreas de instabilidade avançam sobre o Paraná, provocando chuvas na maior parte do Estado. As chuvas passam rapidamente sobre as regiões paranaense e, no final do dia, já volta a esfriar a partir dos setores sudoeste e centro-sul do Paraná.
As chuvas em Londrina começaram no final da noite desta quarta-feira (8), com trovoadas e muitos raios durante a madrugada desta quinta-feira (9). As temperaturas sofrem ligeiro declínio, sendo que a mínima registrada foi de 11ºC e às 7h15 os termômetros marcavam 13ºC.

Durante o dia a previsão do Instituto Tecnológico Simepar é de tempo chuvoso, com núcleos mais fortes no período da manhã, podendo ocorrer trovoadas. À tarde o tempo vai melhorando e a intensidade de chuvas diminuem significativamente. No entanto, as temperaturas não sobem muito no decorrer do dia, atingindo a máxima de 20ºC.

Com o fim das chuvas, para os próximos dias estão previstas quedas nas temperaturas mínimas, apesar do predomínio do sol sobre Londrina e região. A mínima prevista é de 6ºC no sábado, enquanto que a máxima para o final de semana não passará dos 23ºC.

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CREA-RJ em Notícias segunda-feira, junho de 6 de 2011 Análise financeira do Sistema Confea/Crea.

Com objetivo de analisar processos e contas das instituições integrantes do Conselho, a Comissão de Controle e Sustentabilidade do Confea (CCSS) realizou a quarta reunião ordinária. O encontro, que aconteceu em maio na sede do CREA-RJ, teve a participação dos conselheiros federais Gracio Serra, Vera Therezinha Santos, Melvis Barrios Junior e Martinho Nobre.
A CCSS é responsável pelo equilíbrio administrativo e financeiro do Sistema Confea/Crea e visa a sustentabilidade. De acordo com o coordenador da Comissão, Gracio Serra, para atingir o objetivo é fundamental que a administração dos Conselhos Regionais seja moderna e transparente. “Nós temos que trabalhar com esse enfoque, porque atendemos a sociedade. Eu acredito que o selo (do GesPública) vai fortalecer o Sistema e os Creas. E nós temos que ter esse compromisso total com a nação”, disse.
Além da preocupação com a administração, Melvis Barrios defende mudanças na legislação do Sistema que permitam amparar financeiramente as Regionais que arrecadam menos. Segundo ele, a leis que estão em vigor são muito antigas. “A nossa legislação é de 1964 e ela não foi atualizada. Mas a sociedade e o mundo mudaram muito nesses últimos anos. Nós estamos tentando aprovar uma nova lei, que regulamenta os valores de anuidade e TRT”, explicou.
Para Barrios, a Comissão precisa ainda discutir os percentuais financeiros do Confea, dos Creas e da Mútua. A CCSS atua na gestão contábil, financeira, econômica, patrimonial e institucional, além da administração do Sistema.

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terça-feira, 7 de junho de 2011

Brasil dispara como potência dos raios.

Da Agência Ambiente Energia - A Conferência Internacional de Eletricidade Atmosférica (conhecida pela sigla ICAE) é a maior conferência do mundo sobre raios, realizada desde 1954. Na sua XIV edição, a conferência será realizada pela primeira vez no Hemisfério Sul, na cidade do Rio de Janeiro, no Sheraton Rio Hotel & Resort, em agosto deste ano. Até hoje poucos países tiveram a oportunidade de sediar o evento, entre eles os Estados Unidos, a Rússia, o Japão, a França, a Inglaterra, a Suécia e a China. A ICAE 2011, como é chamada a conferência no Rio, será a maior conferência sobre raios da história com um número recorde de trabalhos científicos, 398 (o recorde até então era de 300 trabalhos na conferência realizada em 1992 na Rússia) e de países participantes, 37 (superando os 30 países participantes na China em 2007). E o Brasil é o país com maior número de trabalhos a serem apresentados, com 104, seguido pelos Estados Unidos, com 72. Para um país que iniciou sua participação na conferência a pouco mais de uma década, o progresso da pesquisa científica brasileira sobre raios é impressionante.
A ICAE 2011 abordará todos os aspectos técnicos e científicos associados à ocorrência de fenômenos elétricos na atmosfera, em particular as descargas atmosféricas ou raios. O principal objetivo da conferência é apresentar para o mundo o estado da arte das pesquisas realizadas. A ocorrência do evento no Brasil deverá trazer um significativo avanço para as pesquisas científicas e o desenvolvimento tecnológico na área de descargas atmosféricas, considerados de extrema relevância para nosso país, que é o campeão mundial em incidência do fenômeno, com 60 milhões de raios por ano.
Além dos trabalhos técnicos, estão previstas sete palestras especiais sobre os principais avanços da ciência nas diferentes áreas de conhecimento, que serão dados por palestrantes convidados. Entre as pesquisas inéditas a serem apresentados pelos brasileiros, destacam-se:
1. Como a incidência de raios variou no Rio de Janeiro e em São Paulo nos últimos 150 anos;
2. O que as novas tecnologias recém implantadas no Brasil podem trazer de avanço para a pesquisa sobre raios no país;
3. Uma nova estimativa de mortes por raios no mundo e como o Brasil se insere neste contexto;
4. O uso dos modelos meteorológicos de alta resolução para prever a incidência de raios em uma cidade;
5. Um resumo das últimas descobertas sobre a física dos raios a partir de pesquisas feitas no Brasil;
6. Um novo modelo para determinar os pontos críticos em termos da incidência de raios em nossas linhas de transmissão de energia;
7. Novos resultados do impacto da urbanização em grandes centros urbanos sobre a incidência de raios;
8. Como o aquecimento global esta afetando a incidência de raios na Amazônia;
9. Como as queimadas na Amazônia afetam as características das tempestades;
10. Os últimos resultados da pesquisa sobre a proteção de aeronaves devido à incidência de raios;
11. As últimas tecnologias para monitoramento de raios voltado a proteção das redes elétricas.
Estes temas serão apresentados na coletiva de imprensa da ICAE 2011, que será realizada no dia 8 de agosto, às 10h45, no Sheraton Rio Hotel & Resort. Mais informações no site do evento

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Hemocentro realiza palestra para servidores do Crea-MT

O MT Hemocentro em parceria com o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea-MT) realizou nessa segunda-feira, 06 de maio, uma palestra para os servidores que participarão da campanha de doação de sangue na quinta-feira, dia 9 de junho, na sede do Conselho.

A assistente de capacitação do MT Hemocentro, Magda Matos, explicou como funciona a doação de sangue em todas suas etapas. Ela lembrou que o sangue coletado pelo Hemocentro atende não só a rede pública, como também a particular, já que qualquer procedimento envolvendo acidentes, cirurgias e emergências são auxiliadas pelas bolsas de sangue do Hemocentro.

"Doar é um ato solidário anônimo", disse Magda para lembrar que a doação deve ser feita somente por aqueles que tenham certeza, pois não há recompensa financeira e nem como saber quem receberá o sangue coletado, além disso, o nome do doador é preservado em todas as etapas do procedimento de coleta.

Magda afirmou ainda que o período do ano em que estamos é um dos mais críticos para o banco de sangue. Entre junho e agosto e os meses de janeiro e fevereiro são os que menos são realizadas doações de sangue, e é também quando mais se precisa.

Os tipos de sangue mais procurados são os de tipo"O", tanto positivo quanto negativo, sendo o negativo, o doador universal. Magda ressaltou que independente do tipo sanguíneo, as doações são validas em todos os casos.

O funcionário da Coordenação de Apoio ao Colegiado (Caco), João Paulo dos Santos, doador há sete anos, considera a iniciativa do Crea-MT em participar da campanha muito positiva, principalmente pelo lado social que a atividade promove em integrar os servidores para a atividade.

A campanha "Compartilhe vida. Doe sangue." será realizada na próxima quinta-feira, dia 9, das 8h às 17h, no estacionamento do Crea-MT. Os servidores que participarem da ação terão um dia livre à sua escolha.

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Raios: sistema de monitoramento inédito.

Da Agência Ambiente Energia - Um sistema de monitoramento com alta precisão da incidência de raios será instalado, em breve, pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Inicialmente previsto para a cidade de São José dos Campos (SP), a solução será aplicada, depois, em todo o país. O trabalho de implantação do sistema ficará a cargo do Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat), coordenado por Osmar Pinto Júnior.
A iniciativa, parte do projeto temático “Impacto das Mudanças Climáticas sobre a incidência de descargas atmosféricas no Brasil”, também conta com apoio da Fapesp. A previsão é que as observações comecem ainda este ano. “Os resultados devem auxiliar na compreensão do fenômeno e na avaliação de sua variabilidade geográfica. Eles também serão de grande importância no aperfeiçoamento das observações feitas pela Rede Brasileira de Detecção de Descargas Atmosféricas, a BrasilDat”, afirmou Osmar Pinto Júnior.
Segundo o Inpe, o novo equipamento é composto por três câmeras de alta resolução, possuindo características fundamentais para o estudo de raios: alta velocidade de gravação e boa qualidade de imagem. Também tem sensores que ativarão as câmeras automaticamente em caso de ocorrência de raios. O objetivo é captar imagens de diferentes ângulos de uma mesma tempestade, o que ampliará o número de raios registrados por minuto e aumentará a qualidade das informações.
Com o levantamento de dados mais precisos, além de compreender melhor o fenômeno, será possível orientar políticas ou trabalhos para a prevenção de mortes e danos materiais, como a realização de campanhas de conscientização da população e desenvolvimento de novas tecnologias na área.

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Ranking de cidades com mais raios.

Da Agência FAPESP – O Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), concluiu o novo ranking de incidência de raios nos municípios pertencentes aos estados cobertos pela Rede Brasileira de Detecção de Descargas Atmosféricas no biênio 2009-2010. De acordo com o Elat, os dados reforçam pesquisas anteriores que indicam que grandes centros urbanos tendem a intensificar a ocorrência de tempestades.
Para toda a área monitorada, que engloba os estados do Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste do país, a incidência de raios no último biênio se manteve estável em relação aos biênios anteriores, com variações inferiores a 5%. Entretanto, considerando somente as cidades acima de 200 mil habitantes – que possuem maior urbanização – houve um aumento de 11% em relação à média dos dois últimos biênios.
“Tanto essas cidades têm mais tempestades, quanto elas estão, também, cada vez mais intensas, e a urbanização pode ser apontada como uma das principais responsáveis”, disse o coordenador do Elat, Osmar Pinto Júnior.
Os resultados apontam que, em 2009-2010, os dez municípios com maior incidência estão localizados na região metropolitana de São Paulo e no sul do estado do Rio de Janeiro – com exceção de Belford Roxo.
“A presença das cidades do sul do Rio de Janeiro entre os dez municípios de maior incidência de raios se deve às características locais de relevo”, explicou Pinto Júnior.
A cidade fluminense de Porto Real aparece em primeiro lugar no ranking geral, com uma densidade de 27 raios por quilômetro quadrado por ano, seguida por São Caetano do Sul, em São Paulo, com 23 raios por quilômetro quadrado por ano.
“A ocorrência de tempestades possui uma variação espacial muito grande e, por isso, municípios menores têm maior chance de apresentar altos valores de densidade”, afirmou o pesquisador.
Em cidades grandes – com mais de 900 km2 – o máximo de aumento registrado foi de 97%. Já os municípios menores do que 100 km2 sofreram aumentos de densidade que chegaram a 320% no último biênio quando comparado com a média dos dois anos anteriores. Em São Paulo, o aumento foi de 42%.
O novo ranking foi feito com base em dados corrigidos pelo modelo de eficiência da rede denominado MED4, recém-desenvolvido pelo grupo, que é um dos mais precisos existentes no mundo para correção de dados de redes de detecção. O MED4 permite corrigir diariamente os dados da rede em função da intensidade das descargas que ocorrem numa determinada região.
O modelo é mais robusto que as versões anteriores utilizadas nos rankings de 2005-2006 e 2007-2008. “Os novos dados de densidade de raios são ainda mais confiáveis com o uso do modelo desenvolvido pelo Elat”, disse Pinto Júnior.
De acordo com ele, os resultados encontrados podem contribuir diretamente com a prevenção e proteção, assim como gerar informações úteis para o setor elétrico e, consequentemente, para a sociedade.
O novo ranking está disponível em www.inpe.br/elat, no link “Ranking de Municípios”

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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Crea Júnior distribui mudas para população neste domingo na Afonso Pena .

O Crea-MS Júnior (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso do Sul), distribuirá mudas de árvores na manhã deste domingo (5), a partir das 9 horas até as 11 horas. O evento será realizado em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente.
As mudas serão entregues por profissionais que integram o quadro do Crea, além de estudantes, que irão informar como plantar e cuidar desta mudas. No local de distribuição serão recolhidas doações para Campanha do Agasalho do Crea-MS.
A distribuição será realizada no cruzamento da avenida Afonso Pena, esquina com a Rua 13 de Maio, em Campo Grande.
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PARABÉNS

 A equipe ABC para-raios parabeniza aos funcinonários que participaram do
 curso oferecido pela nossa MATRIZ (Sorocaba), curso NR10 e NR18(altura).
 Nos dias 26/05 e 27/05 das 8:00 ás 17:00.
 Francismar da Silva
 João Paulo Andrade
 Rodrigo M Teixeira
 Marcondes Irineu da Silva
 João Audivane
 José Araujo
 Tiago Ferreira
 Djair Leonardi
 Robson de O. Cosmo
 Tiago Felinto
 Wagner Hamer
 Gladston Alves
 Angelo Irineu  de Jesus
 Valdelei Bião
 Gilvam da Silva
 José Ribeiro
 Everton Cabral Casanho

 ABC também parabeniza os funcionários abaixo pelo curso " A INCRIVEL ARTE DE
 NEGOCIAR" realizado em 17 e 18 de maio de 2011 das 19:00 ás 22:10.
 Hélio Barbosa
Tiago Queiroz
Everton CAsanho
Gladston Alves
Fabio Cesar
Regina


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sábado, 4 de junho de 2011

OS PERIGOS QUE VEM DO CÉU.

Por Júlio Santos, da Agência Ambiente Energia - Ninguém duvida do poder das redes inteligentes para o nosso dia-a-dia. Seja para o controle do consumo de energia ou pela abertura de uma série de novos serviços, a tecnologia de smart grid carrega um elenco de vantagens. No entanto, é preciso ficar de olho no céu, pois o aumento da incidência de descargas elétricas pode trazer riscos para esta solução.
“Nós estamos colocando na rede de distribuição um conjunto muito grande de equipamentos e dispositivos que usam semicondutores, que, com certeza, vão trazer uma série de vantagens para as pessoas, as empresas e os governos. Só que temos que nos preocupar que estes dispositivos são mais sensíveis aos raios”, alerta Osmar Pinto Junior, coordenador do Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
Segundo o pesquisador, os danos que as descargas elétricas estão causando à sociedade, com a queima de equipamentos, está aumentando vertiginosamente. A solução, aponta Osmar Pinto Junior, é fazer a adaptação dos sistemas à realidade brasileira, em termos de número e intensidade das descargas elétricas. “As realidades podem ser totalmente diferentes. Nós temos aqui 50 milhões de raios. Tem países que têm cinco mil, 10 mil”, compara.
“Nós temos que tocar neste assunto agora, e não quando o problema estiver acontecendo. Aí os custos serão maiores”, diz. “Este é um assunto, hoje, sobre o qual não se quer conversar muito, pois a bandeira é vender a solução. Isso é importante, pois do contrário, corremos o risco de daqui a 20 anos estarmos com uma rede toda implementada e toda hora tudo queimando, tudo saindo do ar”, alerta o pesquisador nesta entrevista exclusiva à Agência Ambiente Energia.

Agência Ambiente Energia – Como as questões climáticas podem afetar as redes inteligentes de energia?

Osmar Pinto Junior - Para entender a preocupação que traz, podemos fazer um paralelo com a nossa casa, com o nosso dia-a-dia. Hoje, na nossa casa, temos uma série de equipamentos potentes e maravilhosos, mas que são sensíveis às descargas atmosféricas. Os danos que elas estão causando à sociedade, com a queima de equipamentos, está aumentando vertiginosamente. Por exemplo, nos Estados Unidos, onde o nível de desenvolvimento é maior, este tipo de dano está muito alto.

Agência Ambiente Energia – Então, quer dizer que as redes serão muito mais sensíveis às descargas elétricas?


Osmar Pinto Junior -
A medida que você avança na tecnologia para outra mais sofisticada, ela é mais sensível. E é isso que vai acontecer com as redes inteligentes. Nós estamos colocando na rede de distribuição um conjunto muito grande de equipamentos e dispositivos que usam semicondutores, que, com certeza, vão trazer uma série de vantagens para as pessoas, as empresas e os governos. Só que temos que nos preocupar que estes dispositivos são mais sensíveis aos raios. Este é um assunto, hoje, sobre o qual não se quer conversar muito, pois a bandeira é vender a solução. Isso é importante, pois do contrário, corremos o risco de daqui a 20 anos estarmos com uma rede toda implementada e toda hora tudo queimando, tudo saindo do ar.

Agência Ambiente Energia – Os riscos serão cada vez maiores?


Osmar Pinto Junior –
A tendência é que a incidência de descargas elétricas seja cada vez maior. OU seja, os riscos serão cada vez maiores. O número de incidência está aumentando e a rede ficando mais frágil em termos de sensibilidade aos raios. Então, é preciso avaliar isso com cuidado, o que não está sendo feito em nenhum lugar do mundo porque a preocupação é vender a solução.
Agência Ambiente Energia – Com relação às fontes alternativas de energia, que hoje estão na pauta da matriz energética de quase todos os países do mundo, quais são os riscos?
Osmar Pinto Junior - Ao introduizir estas fontes na rede, por meio de sistemas extremamente sensíveis aos raios, tem que haver esta preocupação também. Imagine você injetando os painéis solares na rede, com esta energia daqui a 20 ou 30 anos passado a ser importante para o sistema, o que seria bom para todos. Aí, de repente, estes sistemas começam a pifar por causa das descargas elétricas. E aí como fica? Nós temos que tocar neste assunto agora, e não quando o problema estiver acontecendo. Aí os custos serão maiores.
Agência Ambiente Energia – E qual é a solução?
Osmar Pinto Junior - A solução é fazer a adaptação dos sistemas à realidade brasileira, em  termos de número e intensidade das descargas elétricas. Tudo isso tem que ser avaliado para que haja uma garantia de que este sistema, após implantado, vai operar no ritmo que nós esperamos que ele opere. Precisamos saber se o sistema está preparado para as condições brasileiras. As realidades podem ser totalmente diferentes. Nós temos aqui 50 milhões de raios. Tem países que têm cinco mil, 10 mil.

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XI Prêmio CREA-PE de Fotografia 2011.

O CREA-PE realiza no dia 8 de junho o XI Prêmio CREA-PE de Fotografia 2011, que tem como tema O Meio Ambiente e a Engenharia, a Arquitetura e a Agronomia. Serão avaliadas duas categorias: profissionais e estudantes das modalidades vinculadas ao CONFEA/CREA e jornalistas, repórteres fotográficos e estudantes vinculados à Comunicação Social, Imprensa e ao Jornalismo.
Além do certificado de participação, serão entregues três prêmios por categoria, totalizando o valor de R$ 12 mil. Mais informações podem ser obtidas através do site http://www.creape.org.br/web/crea-pe
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Agenda Parlamentar discute ações propostas pelo CREA-PR.

Após o debate um documento foi elaborado e entregue aos gestores públicos...
Profissionais das áreas de engenharia, arquitetura, agronomia, geociências, além de gestores públicos, participaram nesta tarde da ‘Agenda Parlamentar’.
O evento promovido pelo CREA-PR (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Paraná), tem por objetivo debater ideias e soluções que contribuam para o desenvolvimento municipal e regional.
A discussão teve como tema principal o saneamento ambiental. “Cascavel escolheu o tema saneamento ambiental, voltado ao saneamento básico, contando com o apoio da Sanepar e estaremos hoje nessa agenda discutindo todos os assuntos pertinentes a essa questão”, destaca o vice-presidente da regional do CREA-PR André Luiz Gonçalves.
Após o debate um documento foi elaborado e entregue aos gestores públicos.

Crea-Minas inaugura regionais.

Em processo de implantação, as novas regionais do Crea-Minas tendem agilizar as demandas surgidas a partir do crescimento econômico do estado. As novas regionais são Rio Grande, em Uberaba; Centro-Sul, em Varginha e Nordeste, em Governador Valadares.

A inauguração da Regional Rio Grande será no dia 1o. de julho, em Uberaba. No dia seguinte, 2 de julho, será a vez da Regional Centro-Sul, em Varginha e no dia 8 de julho será inaugurada a Regional Nordeste, em Governador Valadares.

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Crea-Minas firma convênio de cooperação com a Procuradoria da República em Minas Gerais.

O Crea-Minas assinou, em 02 de junho de 2011, convênio de cooperação técnica com a Procuradoria da República em Minas Gerais (PRMG). O documento foi assinado pelo presidente do Conselho, engenheiro civil Gilson Queiroz e pelo procurador chefe da PRMG, Tarcísio Humberto Parreiras.
O convênio tem por objetivo o intercâmbio de informações e cooperação técnica nas áreas de fiscalização, pesquisa, serviços e o estabelecimento de mecanismos para sua realização. O acordo também permite a consulta à base de dados do Crea-Minas e a troca de informações integrados em áreas de interesse comum. O convênio tem prazo de 60 meses.

A parceria estabelece que o Crea-Minas disponibilizará ao Ministério Público Federal consulta limitada às bases de dados do Conselho através de sistema informatizado para obtenção de informações sobre profissionais e empresas, bem como os seus acervos técnicos.

Já a PRMG deve observar a existência das Anotações de Responsabilidade Técnica (A.R.T.s) das obras e serviços de engenharia, arquitetura e agronomia, informando ao Crea-Minas quando inexistentes. E, quando solicitado, deve disponibilizar ao Conselho informações relativas a processos que tratam de contratação de obras e serviços das áreas de base tecnológica.
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CORRENTE ELÉTRICA

A corrente elétrica (AO 1945: corrente eléctrica) é o fluxo ordenado de partículas portadoras de carga elétrica. Sabe-se que, microscopicamente, as cargas livres estão em movimento aleatório devido à agitação térmica. Apesar desse movimento desordenado, ao estabelecermos um campo elétrico na região das cargas, verifica-se um movimento ordenado que se apresenta superposto ao primeiro. Esse movimento recebe o nome de movimento de deriva das cargas livres.
Raios são exemplos de corrente elétrica, bem como o vento solar, porém a mais conhecida, provavelmente, é a do fluxo de elétrons  ou electrões através de um condutor elétrico, geralmente metálico.
A intensidade I da corrente elétrica é definida como a razão entre o módulo da quantidade de carga ΔQ que atravessa certa secção transversal (corte feito ao longo da menor dimensão de um corpo) do condutor em um intervalo de tempo Δt.
I = \lim_{\Delta t \to 0} \frac {|\Delta Q|}{\Delta t} = \frac {dQ}{dt}
A unidade padrão no SI para medida de intensidade de corrente é o ampère (A). A corrente elétrica é também chamada informalmente de amperagem. Embora seja um termo válido na linguagem coloquial, a maioria dos engenheiros eletricistas repudiam o seu uso por confundir a grandeza física (corrente eléctrica) com a unidade que a medirá (ampère).


Eletromagnetismo
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Conceito de corrente elétrica
Denominamos corrente elétrica a todo movimento ordenado de partículas eletrizadas. Para que esses movimentos ocorram é necessário haver tais partículas − íons ou elétrons − livres no interior dos corpos.
Corpos que possuem partículas eletrizadas livres em quantidades razoáveis são denominados condutores, pois essa característica permite estabelecer corrente elétrica em seu interior.
Nos metais existe grande quantidade de elétrons livres, em movimento desordenado. Quando se cria, de alguma maneira, um campo elétrico (\vec E) no interior de um corpo metálico, esses movimentos passam a ser ordenados no sentido oposto ao do vetor campo elétrico (\vec E), constituindo a corrente elétrica.
Nas soluções eletrolíticas existe grande quantidade de cátions e ânions livres, em movimento desordenado. Quando se cria, de alguma maneira, um campo elétrico (\vec E) no interior de uma solução eletrolítica, esses movimentos passam a ser ordenados: o movimento dos cátions, no sentido do vetor campo elétrico (\vec E), e o dos ânions, no sentido oposto. Essa ordenação constitui a corrente elétrica.
Nos gases ionizados existe grande quantidade de cátions e elétrons livres, em movimento desordenado. Quando se cria, de alguma maneira, um campo elétrico (\vec E) no interior de um gás ionizado, esses movimentos passam a ser ordenados: o movimento dos cátions, no sentido do vetor campo elétrico (\vec E), e o dos elétrons, no sentido oposto. Essa ordenação constitui a corrente elétrica.
Com a finalidade de facilitar o estudo das leis que regem os fenômenos ligados às correntes elétricas, costumamos adotar um sentido convencional para a corrente elétrica, coincidente com o sentido do vetor campo elétrico (\vec E) que a produziu.
Consequentemente, esse sentido será o mesmo do movimento das partículas eletrizadas positivamente e oposto ao das partículas eletrizadas negativamente.

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