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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL É O QUE A ABC PÁRA-RAIOS DESEJA A TODOS!

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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Empresa de pára-raios chega a Manaus

Devido a cidade de Manaus ser uma das  mais  atingidas por raios no Brasil, a 
região Amazônica é um dos locais com grande demanda de instalações de 
pára-raios. De acordo com o engenheiro Luiz Pereira, nos últimos três anos 
houve um aumento no 
número de raios e a previsão é que para o verão a 
incidência seja maior. Depois de ministrar, inúmeras palestras no Brasil e no exterior sobre 
pára-raios e anti-raios e, também, prestar consultoria para empresas que 
instalavam   esses  equipamentos o engenheiro constatou que, a maioria 
dos instalados no país, não atendiam as Normas 
Técnicas necessárias, além 
de possuirem um visual arquitetônico ruim, haviam 
poucos profissionais especializados nesse segmento. 
Por esse motivo, ele fundou, há mais de 10 anos, a 
ABC Pára-Raios, empresa 
brasileira especializada em instalação, adequação 
e projetos de Pára-Raios, com mais de 600 obras 
realizadas em diversas cidades do Brasil.
Pereira afirma que as vendas do equipamento subiram consideravelmente, 
em 2010 foram 140% comparado ao ano anterior e já 
estimam para este ano em mais de 200%. “Hoje há uma 
demanda absurda de páraraios, para se ter uma ideia a empresa vem crescendo 
nos últimos anos numa proporção de mais de 100% ao 
ano e agora estamos abrindo 
mais oito filiais em Estados, principalmente na cidades 
que vão sediar os jogos da 
Copa do Mundo. Pois, entendemos que haverá ainda mais 
mercado para todo mundo 
e a concorrência é salutar”, 
disse.
Na horada compra
Pereira destaca que é 
importante entender que 
pára-raios não se compra em prateleiras, cada caso é 
um caso e envolve uma vistoria de uma pessoa técnica 
no local para diversos levantamentos técnicos para 
posterior projeto. “Mas todas as indústrias, igrejas, 
escolas, edifícios, hospitais, 
condomínios e qualquer local que haja concentração 
de pessoas é exigido o páraraios e ainda atualmente há 
diversas residências, chácaras e fazendas que vêm 
solicitando também a instalação, notamos que há a preocupação das pessoas em 
se proteger, uma cultura que até pouco tempo no Brasil 
não era uma constante”, informou o especialista.
O engenheiro ainda alerta que caso alguém ofereça um 
pára-raios de prateleira o consumidor deve desconfiar, pois no mínimo o vendedor 
deve exigir a planta do imóvel para o cálculo correto, se 
não fizer isto tenha certeza de que o comprador está sendo 
lesado. “E no caso da escolha de uma empresa para tal, é 

fundamental que haja um engenheiro eletricista para 
assinar o ART (Atestado de Responsabilidade Técnica) e o Laudo Técnico de toda 
a instalação e respectivas medições, jamais aceitar 
uma instalação de páraraios sem estes documentos 
e ainda a empresa devem ter 
seus funcionários certificados com treinamento em NR 
10 e obviamente utilizar todos os EPIs(Equipamentos 
de Proteção Individual) exigidos pelo Ministério 
do Trabalho, pois caso aconteça algum acidente com 
funcionários da empresa contratada, o comprador 
também pode responder juridicamente”, disse.
Por isso, ele indica que o 
ideal é o consumidor verificar o histórico da empresa e de preferência visitar algumas 
obras de pelo menos três empresas para escolher aquela 
que lhe der mais segurança 
e que não agrida o visual arquitetônico da edificação. Quanto a valores, depende do 
perímetro da área, altura, tipo 
de telhado, entre outros fatores, podendo ser encontrado por a partir de R$ 2 mil até R$ 
200 mil, ou mais, dependendo do tamanho da estrutura onde 
ele será instalado.Hoje, há no mercado sistemas que não agridem a 
arquitetura, pois é muito comum quando se fala em páraraios as pessoas imaginarem 
aquele monte de ganchos na parede ou em cima dos telhados aquela aparência de 
paliteiro, na realidade atualmente e- xistem instalações 
em que o e- quipamento fica imperceptível e ainda conta 
com a utilização de componentes somente com materiais nobres como inox, cobre 
e alumínio e depen- dendo da pintura pode-se utilizar o 
alumínio anodizado e sistemas antirroubo.

O G r u p o d e 
Elat (Elet ricidade 
Atmosférica) do Inpe 
(Instituto Nacional de 
Pesquisas Espaciais) 
indica que para evitar 
acidentes com raios o 
ideal é se possível, não 
sair para a rua durante 
as tempestades, a não 
ser que seja absolutamente necessário. Se 
estiver dentro de casa a 
orientação para o telefone é evitar o contato 
com fio porque ele é 
condutor de energia. O 
ideal é usar o sem fio. O 
mesmo serve para o celular. Não há problema 
nenhum em usá-lo, 
desde que não esteja 
na tomada carregando. 
E os eletroeletrônicos 
devem estar fora da tomada para evitar que 
queimem e banho só 
depois da tempestade.
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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

ABC Pára-Raios e a assistência ao câncer infantil.


Parabenizamos e agradecemos a todos os nossos colaboradores envolvidos.

Nossa primeira ação social foi um sucesso, logo mais publicaremos nosso calendário socio-ambiental com novas ações sociais e de sustentabilidade que estamos implantando em nossa empresa.

Abaixo matéria publica no Jornal Diário de Sorocaba dia 03/09/2011

"Indo além de seus serviços, a ABC Pára-Raios coordena, nesta terça-feira, uma festa em comemoração ao dia das crianças do hospital GPACI.


Neste dia 4 de outubro, no Shopping M, das 09h00 às 12h00 haverá a distribuição de presentes às crianças, adolescentes e aos familiares dos pacientes do GPACI portadores de câncer.


Será um dia muito especial com direito a muita festa e inclusive brinquedos como pula-pula. O evento coordenado pela ABC Pára-Raios terá como patrocinadores o Colégio Primeiro Mundo, Sanovo Greenpack e Condutores Elétricos Terrau.


Líder Nacional, a ABC Pára-raios é uma empresa especializada em instalação, adequação e projetos de Pára-raios (SPDA). Depois de mais de 1.000 obras realizadas em diversas cidades do Brasil, em Condomínios horizontais e verticais e em empresas de pequeno, médio e grande porte com instalação/adequação de Pára-raios, a ABC que busca sempre a satisfação do cliente passa também a manter ações sociais."

Visitem http://www.abcpararaios.com.br/

DETECTOR DE RAIOS



Em junho de 2011 a ABC pára-raios fecha contrato com empresa da Espanha: Aplicaciones Tecnológicas estabelecida em mais de 70 países (Europa, África, América e Ásia) e agora no Brasil através de nossa empresa. Fomos escolhidos depois de ampla seleção criteriosa no Brasil e que muito nos orgulha.
O produto trata-se de Detector de trovoadas eletrônico. Detecção local de todas as fases de uma trovoada, permitindo uma margem de tempo de varias dezenas de minutos para a tomada de ações preventivas pré estabelecidas.

Avisa dezenas de minutos antes para que ações preventivas sejam tomadas, salvaguardando as pessoas a equipamentos mais sensíveis.
Através da parceria Internacional com a empresa Aplicaciones Tecnológicas, a ABC Pára-Raios é o distribuidor no Brasil.
Produto Certificado:
Norma UNE - EN ISO 9001 -2008
Norma UNE - EN ISO 14001-2004

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ABC Pára-Raios financia seu sistema de Pára-Raios em até 48x.

ABC Pára-Raios a única empresa a financiar Pára-Raios em até 48x pelo BNDES.




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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Médias e grandes cidades urbanas do país registram aumento da incidência de raios.

Incidência de raios no Brasil vem aumentando, mas somente nas médias e grandes cidades urbanas, segundo o coordenador do Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Osmar Pinto Júnior. Ele coordena, a partir de amanhã (7), no Rio de Janeiro, a Conferência Internacional de Eletricidade Atmosférica (Icae 2011), que ocorre pela primeira vez no Hemisfério Sul.
O Amazonas é o estado com maior incidência de raios: 20 milhões por ano. No entanto, considerando a relação entre o número de raios e a área dos estados, a liderança é do Mato Grosso do Sul. No país, a média de incidência é 50 milhões de raios por ano.  
“Olhando o país como um todo, a incidência de raios não mostra uma tendência de aumento, apesar de os dados apontarem resultados muito importantes.” As informações da pesquisa serão apresentadas pelo coordenador do Elat/Inpe em palestra programada para a próxima terça-feira (9), na Icae 2011.
Em termos de mortes, o levantamento do Elat mostra que, na última década, 130 pessoas morreram, por ano, atingidas por raios. Não existe estatística oficial sobre feridos, mas a estimativa é que anualmente cerca de 300 pessoas sobrevivam depois de serem atingidas por um raio. 
Osmar Pinto Júnior disse que em 2011, “atipicamente”, o número de mortes por raios está muito baixo, em torno de 60 ocorrências. “Esse número ainda vai aumentar, mas não deve ultrapassar 100 mortes. Ou seja, vai ficar bem abaixo da média da última década.”
O engenheiro explicou que 85% das mortes por raios ocorrem ao ar livre. A circunstância mais comum é a morte de pessoas trabalhando no meio rural, na lavoura, seguida por mortes em praias e estradas. O restante dos casos ocorrem dentro de casa, matando pessoas que falam em telefones sem fio, tomam banho durante as tempestades com raios ou encostam em aparelhos ligados à rede elétrica, como geladeiras, por exemplo.
Em áreas descampadas as pessoas também correm mais risco de serem atingidas do que se estivessem em uma mata, onde o ponto mais alto são as árvores, e não a cabeça humana. “Em uma mata, você está coberto por altas árvores. Está  mais seguro.” As árvores isoladas, no entanto, devem ser evitadas durante tempestades com raios, recomendou.
São Paulo ocupa a liderança em número de mortes por raios, “apesar de não ser o estado com maior incidência. Isso acontece por causa do maior contingente populacional, ou seja, tem mais gente para ser atingida e acabam morrendo mais pessoas”.
À exceção do Nordeste, onde é menor a incidência de descargas elétricas, todas as regiões brasileiras registram muitos raios. “E até no Nordeste a incidência está aumentando de três anos para cá.” As razões ainda estão sendo pesquisadas  pelo Elat.
Na segunda-feira (8),  haverá uma entrevista coletiva, pela manhã, na  Icae 2011, quando serão apresentados os principais avanços mundiais na área de eletricidade atmosférica e anunciados os resultados das pesquisas brasileiras. As informações são da Agência Brasil. 

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Brasil desenvolve segunda maior rede de monitoramento de raios para evitar catástrofes naturais.

Rio de Janeiro - As tempestades severas como as ocorridas no início do ano na Região Serrana do Rio serão cada vez mais comuns e violentas no Brasil, segundo um estudo do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) em parceria com a entidade norte-americana Massachussets Institute of Technology (MIT). Para evitar que as tempestades se tornem catástrofes climáticas, o país está desenvolvendo novas tecnologias, dentre elas, a segunda maior rede do mundo de monitoramento de raios e a maior da região tropical do planeta. A maior dessas redes, atualmente, é a dos Estados Unidos.
O anúncio foi feito hoje (8) durante a 14ª Conferência Internacional de Eletricidade Atmosférica no Rio de Janeiro, considerado o maior evento mundial sobre o tema.
De acordo com engenheiro Osmar Pinto Júnior, coordenador do evento e do Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Inpe, a rede BrasilDAT, desenvolvida pelo Inpe e pela Eletrobrás Furnas, cobrirá, com 75 novos sensores e 33 já existentes, todo o território nacional e irá identificar descargas elétricas no solo e nas nuvens, associadas às tempestades.
“Quem retrata a severidade de uma tempestade capaz de causar um desastre são as descargas dentro das nuvens. Se a rede já tivesse funcionando na época das tempestades na Serra, a tragédia teria sido evitada, pois ela seria capaz de detectar com confiabilidade a tempestade com cerca de 20 a 30 minutos de antecedência”, explicou o coordenador do Elat.
A Região Sudeste já está coberta pela rede e a previsão é de que as regiões Sul, Centro-Oeste e Nordeste estejam cobertas até julho de 2012. A rede deve custar cerca de R$ 10 milhões aos cofres públicos.
O Brasil é recordista em número de raios que atingem o solo em todo o planeta, com cerca de 50 milhões de descargas elétricas por ano, responsáveis pela morte de uma média de 130 pessoas, além de prejuízo de R$ 1 bilhão aos setores público e privado. A cada 50 pessoas que morrem no mundo por causa de raios, uma reside no Brasil.
Osmar ressaltou, no entanto, que é fundamental uma interligação entre a Defesa Civil, as prefeituras e o setor elétrico na prevenção de tragédias e a criação de uma legislação voltada para a proteção das redes elétricas de distribuição contra desastres naturais.
“Não há nada de apocalíptico no aumento de raios. Podemos ter o triplo de raios e um número menor de mortes e de prejuízos se melhorarmos os sistemas de proteção e a conscientização da população. Nosso sistema político deve ser modificado para criar leis de longo prazo”, declarou o engenheiro.
Ele criticou o fato de as empresas de energia serem penalizadas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em casos que envolvem desastres naturais quando, na verdade, não existe uma legislação que dê suporte para as redes de distribuição nas cidades. “Deve haver a compreensão de que, em uma catástrofe, a empresa não pode ser culpada, ela precisa de uma legislação que dê suporte para enfrentar um problema como esse.”

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segunda-feira, 25 de julho de 2011

Franca, Barretos, Ribeirão Preto e Osasco recebem Operação Especial de Fiscalização do Crea-SP

Até a sexta-feira, 29 de julho, o Crea-SP realiza Operação Especial de Fiscalização em sua 3ª Região Administrativa (GRE-3), que compreende as Unidades de Gestão de Inspetoria (UGIs) das cidades de Franca, Barretos e Ribeirão Preto, e, simultaneamente, em Osasco, que integra a 5ª Região (GRE-5).

O principal objetivo desse trabalho, que consiste em ação orientativa, educativa e preventiva, é a busca de parcerias, a fim de garantir a efetiva participação, em obras e empreendimentos, de profissionais legalmente habilitados, em defesa da sociedade.
Na GRE-3, a reunião de planejamento foi realizada em Franca com a presença do Eng. Civ. Ademir Alves do Amaral (Superintendente de Operações Especiais de Fiscalização), do Eng. Civ. Gilberto Campos (Superintendente Operacional), do Eng. Mec. Araken Seror Mutran (Gerente da 3ª Região), e do Eng. Civ. José Galdino Barbosa da Cunha Junior (Chefe das Unidades de Ribeirão Preto e Barretos), que formam a equipe de Coordenação da Operação Especial.
São 49 Agentes Fiscais atuando em 58 municípios: Altair, Altinópolis, Aramina, Barretos, Barrinha, Batatais, Bebedouro, Brodowski, Buritizal, Cajobi, Cajuru, Cássia dos Coqueiros, Colina, Colômbia, Cravinhos, Cristais Paulista, Dumont, Franca, Guaíra, Guará, Guaraci, Guatapará, Igarapava, Ipuã, Itirapuã, Ituverava, Jaborandi, Jardinópolis, Jeriquara, Luís Antônio, Miguelópolis, Monte Azul Paulista, Morro Agudo, Nuporanga, Olímpia, Orlândia, Patrocínio Paulista, Pedregulho, Pitangueiras, Pontal, Pradópolis, Restinga, Ribeirão Corrente, Ribeirão Preto, Rifaina, Sales Oliveira, Santa Cruz da Esperança, Santa Rosa de Viterbo, Santo Antônio da Alegria, São Joaquim da Barra, São José da Bela Vista, São Simão, Serra azul,  Serrana, Sertãozinho, Severínia, Terra Roxa e Viradouro.
Já na Região de Osasco, 25 Agentes Fiscais visitam estádios de futebol, shoppings, obras públicas e órgãos públicos de 13 municípios. A reunião preparatória aconteceu na semana passada e, com esta ação, encerra-se a operação nas Unidades da GRE-5.
De 18 a 22 de julho, 56 Agentes de Fiscalização do Crea-SP realizaram visitas a órgãos públicos, obras e empreendimentos em cerca de 80 municípios da 11ª Região Administrativa do Conselho, que compreende as Unidades de Gestão de Inspetoria (UGIs) de Botucatu, Itapeva e Sorocaba.
O principal objetivo desse trabalho, que consiste em ação orientativa e preventiva, é a busca de parcerias, a fim de garantir a efetiva participação, em obras e empreendimentos, de profissionais legalmente habilitados, em defesa da sociedade.
Entre os municípios visitados estão Itu, Itapetininga, Piedade, Salto, São Roque, Tatuí, Porto Feliz, Tietê, Cerquilho, Mairinque, Alumínio, Votorantim, Boituva, Cabreúva, Araçariguama, Capão Bonito, Ibiúna, Laranjal Paulista, Angatuba, Pilar do Sul, São Manuel, Apiaí, Itararé e Avaré, além das cidades-sede das UGIs.

Ação nas regiões de Bauru, Marília e Ourinhos
Na semana de 11 a 15 de julho, o Crea-SP realizou Operação Especial de Fiscalização em sua 8ª Região Administrativa (GRE-8), que compreende os municípios das Unidades de Gestão de Inspetoria em Bauru, Marília e Ourinhos.
Os trabalhos consistem em visitas orientativas a órgãos públicos, concessionárias de energia elétrica, locais de grande afluência de público, grandes obras, empreendimentos públicos e particulares, e grandes empresas da região, com o objetivo de prevenir contra acidentes e danos. 54 agentes fiscais foram escalados para a ação.
No total, foram feitas visitas a órgãos e empreendimentos em 78 municípios: na região de Bauru (Agudos, Arealva, Avaí, Balbinos, Bariri, Bauru, Bocaina, Boracéia, Brotas, Cabrália Paulista, Dois Córregos, Duartina, Iacanga, Ibitinga, Itajú, Itapuí, Jaú, Lucianópolis, Paulistânia, Pederneiras, Pirajuí, Piratininga, Presidente Alves, Reginópolis, Tabatinga e Ubirajara), na região de Marília (Álvaro de Carvalho, Alvinlândia, Arco Íris, Bastos, Cafelândia, Campos Novos Paulista, Echaporã, Gália, Garça, Guaiçara, Guaimbê, Guarantã, Getulina, Herculândia, Júlio Mesquita, Lins, Lupércio, Marília, Ocauçu, Oriente, Oscar Bressane, Pompéia, Pongaí, Promissão, Queiroz, Quatá, Quintana, Rinópolis, Sabino, Tupã, Uru e Vera Cruz), e na região de Ourinhos (Bernardino de Campos, Canitar, Chavantes, Espírito Santo do Turvo, Fartura, Ibirarema, Ipaussu, Manduri, Óleo, Ourinhos, Pirajú, Ribeirão do Sul, Salto Grande, Santa Cruz do Rio Pardo, São Pedro do Turvo, Sarutaiá, Taguaí, Tejupá e Timburi).
Além de seu caráter orientativo, esse conjunto de visitas tem como finalidade a prevenção de riscos à sociedade nos empreendimentos que estejam sendo realizados por pessoas não habilitadas e que, atuando dessa forma, podem causar prejuízos à coletividade.
A nova maneira de fiscalizar implementada pelo Presidente do Crea-SP, Eng. Civ. José Tadeu da Silva, enfatiza as ações preventivas e orientativas, sempre com o objetivo de alertar para a importância da presença de profissionais legalmente habilitados nos empreendimentos da área tecnológica, bem como garantir a segurança da população.
As próximas ações acontecem de 25 a 29 de julho na GRE-3 (Franca, Barretos e Ribeirão Preto) e na GRE-5 (Osasco).
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domingo, 26 de junho de 2011

ABC Pára-raios, mais de 10 anos protegendo o Brasil

ABC Pára-raios, mais de 10 anos protegendo o Brasil
Por estar localizado numa região tropical, e ter uma grande extensão territorial, o Brasil esta entre as regiões no mundo com maior incidência de raios, segundo estudos realizados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela agência espacial norte-americana (Nasa).
Informações dão conta, que caem anualmente em todo o país, entre 50 e 70 milhões de raios, matando em média 100 pessoas por ano, atingidas por estas descargas. Em termos econômicos, os prejuízos pela incidência desses raios no Brasil, chegam a mais R$ 500 milhões, e os setores elétrico, industrial e de telecomunicações são os mais afetados.
Diante disso, a instalação de pára-raios em prédios, edificações industriais e comerciais e todo e qualquer local que haja aglomerações de pessoas como, teatros, cinemas, parques, escolas, igrejas e órgãos públicos, se tornaram obrigatória por lei. Quanto a residências, a instalação desse equipamento é uma decisão única do proprietário.
O raio é uma descarga elétrica produzida pelo contato entre nuvens de chuva eletrizadas ou entre uma destas nuvens e a terra (solo). A descarga é visível a olho nu, com trajetórias sinuosas e de ramificações irregulares às vezes com muitos quilômetros de distância até o solo. Este fenômeno produz um clarão conhecido como relâmpago e também uma onda sonora chamada trovão.
Os Pára-Raios, também anti-raios, servem para desviar essas descargas elétricas, evitando que as suas altas correntes de voltagem, entrem pela fiação elétrica atingindo as pessoas e animais dentro das edificações, queimando aparelhos eletro-eletrônicos, e também causando incêndios.
Depois de ministrar inúmeras palestras no Brasil e no exterior sobre Pára-Raios e anti-raios, e também prestar consultoria para empresas que instalavam esses equipamentos, o Eng° Luiz Pereira constatou que a maioria dos Pára-Raios instalados no país não atendiam as normas técnicas necessárias, tinham um visual arquitetônico ruim, e a haviam poucos profissionais especializados neste seguimento.
E partindo desta constatação, o Eng° Luiz Pereira fundou a mais de 10 anos a ABC Pára-raios, maior empresa brasileira especializada em instalação, adequação e projetos de Pára-raios, com mais de 600 obras realizadas em diversas cidades do Brasil, em Condomínios horizontais e verticais e em empresas de pequeno, médio e grande porte com instalação/adequação de Pára-raios, instalações de protetores anti-raios, remoção de Pára-raios Radioativos e Medições Ôhmicas.
Entre as empresas clientes da ABC Pára-raios, estão a Unip - Universidade Paulista, General Motors, Banco Santander, CPFL Energia, Polícia Militar do Estado de São Paulo, Ipem SP - Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo, White Martins, Volkswagen, Usiminas, Cosipa, Rolls Royce, entre outras.ABC Pára-raios, mais de 10 anos protegendo o Brasil
Por estar localizado numa região tropical, e ter uma grande extensão territorial, o Brasil esta entre as regiões no mundo com maior incidência de raios, segundo estudos realizados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela agência espacial norte-americana (Nasa).
Informações dão conta, que caem anualmente em todo o país, entre 50 e 70 milhões de raios, matando em média 100 pessoas por ano, atingidas por estas descargas. Em termos econômicos, os prejuízos pela incidência desses raios no Brasil, chegam a mais R$ 500 milhões, e os setores elétrico, industrial e de telecomunicações são os mais afetados.
Diante disso, a instalação de pára-raios em prédios, edificações industriais e comerciais e todo e qualquer local que haja aglomerações de pessoas como, teatros, cinemas, parques, escolas, igrejas e órgãos públicos, se tornaram obrigatória por lei. Quanto a residências, a instalação desse equipamento é uma decisão única do proprietário.
O raio é uma descarga elétrica produzida pelo contato entre nuvens de chuva eletrizadas ou entre uma destas nuvens e a terra (solo). A descarga é visível a olho nu, com trajetórias sinuosas e de ramificações irregulares às vezes com muitos quilômetros de distância até o solo. Este fenômeno produz um clarão conhecido como relâmpago e também uma onda sonora chamada trovão.
Os Pára-Raios, também anti-raios, servem para desviar essas descargas elétricas, evitando que as suas altas correntes de voltagem, entrem pela fiação elétrica atingindo as pessoas e animais dentro das edificações, queimando aparelhos eletro-eletrônicos, e também causando incêndios.
Depois de ministrar inúmeras palestras no Brasil e no exterior sobre Pára-Raios e anti-raios, e também prestar consultoria para empresas que instalavam esses equipamentos, o Eng° Luiz Pereira constatou que a maioria dos Pára-Raios instalados no país não atendiam as normas técnicas necessárias, tinham um visual arquitetônico ruim, e a haviam poucos profissionais especializados neste seguimento.
E partindo desta constatação, o Eng° Luiz Pereira fundou a mais de 10 anos a ABC Pára-raios, maior empresa brasileira especializada em instalação, adequação e projetos de Pára-raios, com mais de 600 obras realizadas em diversas cidades do Brasil, em Condomínios horizontais e verticais e em empresas de pequeno, médio e grande porte com instalação/adequação de Pára-raios, instalações de protetores anti-raios, remoção de Pára-raios Radioativos e Medições Ôhmicas.
Entre as empresas clientes da ABC Pára-raios, estão a Unip - Universidade Paulista, General Motors, Banco Santander, CPFL Energia, Polícia Militar do Estado de São Paulo, Ipem SP - Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo, White Martins, Volkswagen, Usiminas, Cosipa, Rolls Royce, entre outras.


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Obrigatoriedade de DPS, NBR 14039, ABNT 5419:2001,

Abaixo algumas citações da norma NBR 14039 onde ela estipula padrões a serem seguidos para os dispositivos de proteção mas em nenhum momento ela obriga o uso de um DPS, o disjuntor sim é obrigatório segundo a norma pois é ele quem efetuara o desligamento da rede viva caso ocorra corrente de curto circuito, sobrecarga, etc.


De acordo com a Norma ABNT 5419:2001 – 3.5 sistema de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA): Sistema completo destinado a proteger uma estrutura contra os efeitos das descargas atmosféricas. É composto de um sistema externo e de um sistema interno de proteção.
3.7 sistema interno de proteção contra descargas atmosféricas: Conjunto de dispositivos que reduzem os efeitos elétricos e magnéticos da corrente de descarga atmosférica dentro do volume a proteger.

Nosso fornecedor estipula que seja usado um Disjuntor quando o Fusível ou Disjuntor Geral do quadro em que o DPS for instalado for maior ou igual a 100 ampères.

Da norma NBR 5410:2004 e 5419
O DPS é o dispositivo preconizado pela norma ABNT 5410 e 5419, para proteger as instalações elétricas e os equipamentos eletro-eletrônicos contra surtos, sobretensões ou transientes diretos ou indiretos, independentemente da origem, se por descargas atmosféricas ou por manobras da concessionária

Significado de Preconizar
v.t. Recomendar, pregar; apregoar com louvor, fazer a propaganda de.
Resumindo, nosso fornecedor cita em seu site ser obrigatório mas ao ler a norma percebe-se que o DPS é recomendado...mas para um sistema completo de proteção citado na norma 5419 entende-se que é necessário um sistema de proteção interna mas não especifica ser o DPS e sim um conjunto de dispositivos de proteção não especificados na norma. Comercialmente deve-se pensar dizer ao cliente o termo obrigatório pois como disse a norma em seu conteúdo não diz ser obrigatório o DPS.
O DPS instalado sem aterramento irá proteger os equipamentos eletrônicos?
Primeiramente, vamos esclarecer alguns pontos importantes:
A LEI FEDERAL No 11.337, de 26 de JULHO DE 2006, sancionada pelo Presidente Lula, com vigência a partir de dezembro de 2007, estipulou:
Art. 1o As edificações cuja construção se inicie a partir da vigência desta Lei deverão obrigatoriamente possuir sistema de aterramento e instalações elétricas compatíveis com a utilização do condutor-terra de proteção, bem como tomadas com o terceiro contato correspondente.
No entanto, não podemos esquecer que o parque instalado, na sua grande maioria, não possui o sistema de aterramento. Porém, no Brasil é muito comum o sistema TN-C, onde o neutro é aterrado. Nesses casos o condutor de neutro aterrado (PEN) pode ser utilizado pelo DPS como aterramento. Nos demais casos, para que o DPS ofereça total proteção ele necessita do sistema de aterramento para desviar os surtos e transientes que atingem uma instalação elétrica.

Obs.: Para um sistema perfeito é necessário Eletrodos de Aterramento, Ligação Equipotencial e o DPS que é o principal elemento do sistema.
Sendo assim qualquer instalação sem um desses componentes estará com a sua segurança comprometida.
Lembrando que o aterramento tem outras finalidades, tais como drenar as tensões eletrostáticas que se formam nos equipamentos eletrônicos e principalmente proteger os seus usuários de choques elétricos.

Citações da Norma NBR 14039:

“1.2.4 Esta Norma não se aplica a:
a) instalações de tração elétrica;
b) instalações elétricas de veículos automotores;
c) instalações elétricas de embarcações e aeronaves;
d) equipamentos para supressão de perturbações
radioelétricas, na medida em que eles não comprometam
a segurança das instalações;
e) instalações de iluminação pública;
f) redes públicas de distribuição de energia elétrica;
g) instalações de proteção contra quedas diretas de
raios; no entanto, esta Norma considera as conseqüências
dos fenômenos atmosféricos sobre as
instalações (por exemplo, escolha de dispositivos de
proteção contra sobretensões);
h) instalações em minas;
i) instalações de cercas eletrificadas.”

4.1.3.1 Proteção contra correntes de sobrecarga
Todo circuito deve ser protegido por dispositivos que interrompam a corrente nesse circuito quando esta, em pelo menos
um de seus condutores, ultrapassar o valor da capacidade de condução de corrente nominal e, em caso de passagem
prolongada, possa provocar uma deterioração da instalação.

4.1.3.2 Proteção contra correntes de curto-circuito
Todo circuito deve ser protegido por dispositivos que interrompam a corrente nesse circuito quando pelo menos um de seus
condutores for percorrido por uma corrente de curto-circuito, devendo a interrupção ocorrer num tempo suficientemente
curto para evitar a deterioração da instalação.

4.1.4 Proteção contra sobretensões
As pessoas, os animais e os bens devem ser protegidos contra as conseqüências prejudiciais devidas a uma falta elétrica
entre partes vivas de circuitos com tensões nominais diferentes e a outras causas que possam resultar em sobretensões
(fenômenos atmosféricos, sobretensões de manobra etc.).

4.2.6.2 As instalações devem ser providas de dispositivos automáticos para seccionar os curtos-circuitos entre fases, faltas
à terra perigosas ou para indicar a condição de falta, dependendo principalmente do esquema de aterramento.

5.3.4 Natureza dos dispositivos de proteção
Os dispositivos de proteção devem ser escolhidos entre os indicados em 5.3.4.1 e 5.3.4.2.

5.3.4.1 Dispositivos que garantem simultaneamente a proteção contra correntes de sobrecarga e contra correntes
de curto-circuito
Esses dispositivos de proteção devem poder interromper qualquer sobrecorrente menor ou igual à corrente de curto-circuito
presumida no ponto em que o dispositivo está instalado. Tais dispositivos podem ser disjuntores acionados através de
relés secundários com as funções 50 e 51, fase e neutro (onde é fornecido o neutro). Não são aceitos relés com princípio
de funcionamento com retardo a líquido.
NOTAS
1 Quando forem utilizados relés com as funções 50 e 51 do tipo microprocessado, digital, auto-alimentados ou não, deve ser garantida, na
falta de energia, uma fonte de alimentação de reserva, com autonomia mínima de 2 h, que garanta a sinalização dos eventos ocorridos e o
acesso à memória de registro dos relés.
2 Os transformadores para instrumentos conectados aos relés secundários devem ser instalados sempre a montante do disjuntor ou chave
a ser atuado(a), garantindo assim a proteção contra falhas do próprio dispositivo.
3 Para qualquer tipo de relé, deve ser instalado um dispositivo exclusivo que garanta a energia necessária ao acionamento da bobina de
abertura do disjuntor, que permita teste individual, recomendando-se o uso de fonte capacitiva.
4 O sistema geral de proteção da unidade consumidora deve permitir coordenação com o sistema de proteção da concessionária, ser
dimensionado e ajustado de modo a permitir adequada seletividade entre os dispositivos de proteção da instalação.

5.3.4.2 Dispositivos que garantem apenas a proteção contra correntes de curto-circuito
Tais dispositivos podem ser utilizados quando a proteção contra sobrecargas for realizada por outros meios ou quando se
admitir a omissão da proteção contra sobrecargas. Esses dispositivos devem poder interromper qualquer corrente de curtocircuito
menor ou igual à corrente de curto-circuito presumida. Não são aceitos relés com princípio de funcionamento com
retardo a líquido. Podem ser utilizados:
a) disjuntores acionados através de relés com a função 50;
b) dispositivos fusíveis limitadores de corrente conforme a NBR 8669 e do tipo expulsão conforme a NBR 7282, para
uso exclusivo em instalações externas.

5.4 Proteção contra sobretensões
As sobretensões nas instalações elétricas de média tensão não devem comprometer a segurança das pessoas, nem a
integridade das próprias instalações e dos equipamentos servidos.
NOTA - O uso adequado de pára-raios de resistência não linear é considerado uma medida de proteção contra sobretensão de origem
atmosférica.

5.5 Proteção contra mínima e máxima tensão e falta de fase
5.5.1 Devem ser consideradas medidas de proteção quando uma queda de tensão significativa (ou sua falta total) e o
posterior restabelecimento desta forem suscetíveis de criar perigo para pessoas e bens ou de perturbar o bom
funcionamento da instalação.
NOTA - No caso da proteção contra quedas e faltas de tensão, normalmente são utilizados relés de subtensão acoplados a dispositivos de seccionamento.
 
 
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Informativo ABCParaRaios Junho de 2011




 
 
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Convênio permite emissão do alvará em menos tempo.

Nesta sexta-feira, o prefeito de Maringá, Sílvio Barros, assinou um decreto municipal para o convênio entre a prefeitura e o CREA-PR, que prevê mudanças na emissão do alvará para obras. 
O decreto vale a partir de 1º de setembro e, com isso, as emissões deverão acontecer em tempo reduzido, já que os projetos protocolados na Prefeitura passarão por uma análise mais dinâmica. Atualmente, todos os projetos protocolados passam por um crivo detalhado e moroso, onde são observados todos os itens previstos no código de posturas do Município.

Com a mudança, a análise dos projetos será com realizada com base em critérios urbanísticos (zoneamento, recuos, área de permeável, entre outros). Isso porque, durante a elaboração do projeto, esses itens já foram estudados pelos profissionais, seja de engenharia ou de arquitetura. “Esse decreto irá representar para a comunidade mais agilidade no processo de emissão do alvará. Para os profissionais, isso pode ser visto como uma valorização profissional”, explica o gerente do CREA-PR, regional Maringá, Edgar Tsuzuki.

Na oportunidade da assinatura, acompanhada por profissionais de diferentes setores, o presidente do CREA-PR, engenheiro agrônomo Álvaro Cabrini Jr, destacou a importância da recomposição dos quadros técnicos nos órgãos públicos “esta questão é fundamental para o desenvolvimento dos municípios e maior agilidade na prestação dos serviços para a população”.

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ELAT divulga número de mortes no Brasil em 2010 e 2011.

Mapa de mortes na década para o estado de SP. Entre em contato para solicitar o mapa em alta resolução, assim como o mapa de todo o Brasil

O Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) concluiu o estudo sobre o total de vítimas fatais atingidas por raios em nosso país no ano de 2010. Ao todo foram registradas 89 mortes no Brasil, sendo este um número inferior à média registrada entre os anos 2000 - 2009, que foi de 132 por ano. O estado de SP lidera o ranking com 12 mortes, seguido pelo PA com 8 e MG e TO com 7. Em alguns estados, houve o registro de apenas uma morte, como é o caso de RJ e PR. Já em 2011, dados preliminares apontam que até o momento foram registrados 28 casos de vítimas fatais em todo o país.Alguns dados sobre o ano de 2010 são surpreendentes.
O número de homens que morreram ainda continua muito superior ao número de mulheres, atingindo 82% do total. E quase metade das vítimas fatais eram pessoas na faixa etária entre 20 e 39 anos. O aumento de vítimas durante a primavera também foi notável. Em 2010, morreram mais pessoas na primavera (40%) do que no verão (36%). Na primavera a incidência de raios também aumenta, mas em geral a maioria dos casos fatais acontece no verão, época do ano em que mais caem raios no país. Na análise da década (2000-2009), 45% das pessoas morreram durante o verão enquanto 32% morreram na primavera.“Em parte este resultado reflete o fato de que as pessoas se preocupam menos com os perigos quando chega esta época do ano (primavera) e se tornam mais conscientes dos cuidados que devem ter com a proximidade do verão, quando então aumentam as tempestades e as notícias sobre mortes e danos causados por raios” comentou Osmar Pinto Junior, coordenador do ELAT.
As circunstâncias em que as pessoas morreram também foram analisadas ao longo da última década, incluindo uma análise por região. Quase 61% das pessoas foram atingidas na zona rural e 29% das pessoas que morreram no Brasil estavam no Sudeste, região em que a maioria (17%) morreu por estar praticando atividades ligadas à agropecuária. A segunda principal causa foi estar próximo a algum meio de transporte (e não dentro) durante uma tempestade, com 14% do total.
 Em parte este resultado reflete o fato de que as pessoas se preocupam menos com os perigos quando chega esta época do ano (primavera) e se tornam mais conscientes dos cuidados que devem ter com a proximidade do verão, quando então aumentam as tempestades e as notícias sobre mortes e danos causados por raios 
Osmar Pinto Junior, coordenador do ELAT
O estudo traz outro resultado bastante interessante, que evidencia que as circunstâncias em que ocorrem mortes por raios apresentam variações significativas em diferentes regiões do Brasil. É possível perceber que características de determinadas regiões ficam evidentes nos percentuais das circunstâncias de mortes por raios. Por exemplo, a atividade agropecuária atinge o maior percentual na região sul, que é a região mais tradicional do país nesta área. Já as regiões norte e nordeste apresentam os percentuais mais altos para a circunstância dentro de casa, o que provavelmente indica que muitas casas nesta região são de chão batido, o que as torna muito menos seguras.
Outros dois dados que chamam a atenção são: o percentual de vinte por cento de mortes devido à circunstância telefone (se refere a telefone com fio ou celular conectado no carregador) no centro-oeste, que é quase nulo em outras regiões, e o percentual de mortes no norte em campos de futebol, também alto quando comparado às outras regiões.
Todas as informações e dados, coletados desde o ano 2000 até 2011, tem como fonte o ELAT / INPE, o Departamento de Informações e Análise Epidemiológica (CGIAE) do Ministério da Saúde, a Defesa Civil, veículos de imprensa e também dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O Brasil é um dos poucos países que dispõe de um mapeamento detalhado das circunstâncias das mortes por descargas elétricas atmosféricas, o que pode contribuir significativamente para aperfeiçoar as regras nacionais de proteção contra o fenômeno.

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Crea-Minas firma convênio com Tribunal Regional do Trabalho.

O Crea-Minas firmou importante convênio de cooperação técnica com o TRT nas
áreas de perícia a serem realizadas nas ações que tramitam na justiça do
Trabalho de Minas Gerais, bem como serviços e obras realizadas para o TRT.
As partes irão colaborar mutuamente para que tais serviços sejam realizados
por profissionais habilitados e registrados no Crea-Minas e que a
fiscalização por parte do Conselho seja efetiva quanto à atuação dos
profissionais regulados pelo Sistema Confea/Creas, com vistas ao
aperfeiçoamento da prestação jurisdicional e maior segurança nos
procedimentos periciais, nos termos da lei nº 5.194/66 e da lei nº 6.496/77.

As ações conjuntas serão operacionalizadas em todo o estado de Minas Gerais.


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quinta-feira, 16 de junho de 2011

MP pode interditar estádio Almeidão

MP pode interditar estádio Almeidão e cancelar jogo entre Botafogo e Campinense

Laudo do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA) recomenda interdição do Estádio Almeidão e jogo entre Botafogo e Campinense, da final do campeonato paraibano, ficará prejudicado.

Segundo informações obtidas pelo Paraíba.com.br, um relatório do CREA desaprova a utilização do estádio para partidas de futebol. A decisão agora caberá ao Ministério Público.


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Criação de conselho divide opiniões

A criação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) no Brasil vem dividindo opiniões dos profissionais da área. A lei prevê que em 1º de janeiro de 2012 todos os arquitetos e urbanistas sejam compulsoriamente desvinculados do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea) e filiados ao CAU.
O presidente da Associação de Engenheiros e Arquitetos de Maringá (Aeam), Altair Ferri, afirma que particularmente não acha interessante para os profissionais da área a separação em duas entidades. Ferri diz temer que a fiscalização não seja eficiente e que haja "bagunça" no mercado.
O engenheiro reconhece, no entanto, que a criação do CAU atende a uma reivindicação antiga dos arquitetos e diz que o Crea deve auxiliar no período de transição.
"A lei já está aprovada, o momento de discussão passou. Agora é hora de nos organizarmos para operar a transição da melhor maneira possível. Seremos parceiros sempre", diz.
Fato
"A lei já está aprovada,
o momento de discussão 
passou"
Altair Ferri
Presidente da Aeam
O arquiteto Marcos Kenji também coloca ressalvas na criação do CAU, afirmando que pode haver um prejuízo grande para os arquitetos do interior.
Para ele, os 75 anos de história do Crea permitiram a criação de uma estrutura muito eficiente, com inspetorias na maioria absoluta das cidades com mais de 70 mil habitantes.
"Quantos anos vamos levar para conseguirmos chegar no nível atual? As decisões devem ficar centralizadas em Brasília e nas capitais", diz.
Já o arquiteto Manoel de Oliveira Filho vê o CAU com otimismo. "Isto é o resultado de 52 anos de luta para termos um conselho próprio", diz. Para ele, a maior vantagem da criação do CAU é a possibilidade de maior autonomia para reivindicar demandas específicas.

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quinta-feira, 9 de junho de 2011

CREA-RJ faz vistorias em prédios da UFRJ.

O CREA-RJ, em parceria com a Defensoria Pública da União (DPU), começou uma série de vistorias em prédios históricos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O objetivo é apurar denúncias recebidas pelo Conselho sobre o precário estado de conservação dos imóveis.
Quatro dos dez prédios que serão vistoriados são tombados pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, entre eles o Hospital Escola São Francisco de Assis (HESFA), o Museu Nacional, o Instituto de Filosofia e Ciências Sociais e o Palácio Universitário. O HESFA foi o escolhido para inaugurar a fiscalização.
Apesar de não ser mais usado para internação de pacientes, o hospital atende cerca de mil pessoas por mês entre dependentes químicos, portadores de HIV, idosos e crianças. A falta de equipamentos contra fogo e a precariedade da rede elétrica foram alguns dos problemas detectados.
Segundo o engenheiro Antônio Eulálio, relator da vistoria, as instalações do prédio podem ser classificadas como precárias. “O imóvel está totalmente degradado, sem a mínima estrutura para funcionar como unidade hospitalar. De positivo, só encontramos a boa vontade dos médicos e da direção em tentar uma saída para o caos”, afirmou.
O defensor público André Ordacgy disse que o Ministério Público vai entrar com uma ação na Justiça Federal para cobrar a realização das obras emergenciais em um prazo de 30 dias. “Se o prazo não for cumprido, vamos solicitar a aplicação de multa diária de R$10 mil, até que os serviços sejam executados. O local é completamente insalubre e sequer tem Brigada de Incêndio. O risco é constante.”, enfatizou.
De acordo com o diretor da Divisão de Patrimônio da universidade, Paulo Belinha, o BNDES já liberou R$2 milhões dos R$11 milhões previstos para as obras no hospital, que estão em licitação. Porém, o presidente do CREA-RJ, Agostinho Guerreiro, ressaltou o caráter emergencial delas. “Os recursos que a universidade e o BNDES vão liberar ainda estão sem prazo definido. Enquanto isso as coisas vão se deteriorando ainda mais”, disse.
Ordacgy afirmou, ainda, que pediu ao Ministério Público Federal o enquadramento do reitor da UFRJ, Aloísio Teixeira, em crime de desobediência. Segundo ele, o reitor não prestou informações sobre os imóveis no prazo determinado de 15 dias. A universidade informou que apoia as vistorias, mas não dispôs de “tempo hábil” para disponibilizar as respostas.

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Crea-BA apresenta nova ART para profissionais de Feira de Santana.

O novo modelo e as mudanças ocorridas na Anotação de Responsabilidade Técnica serão discutidas em uma palestra promovida pelo Crea-BA no dia 08 de junho, às 19 horas, na Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Feira de Santana.Tipos e preenchimento de ART, o fim da Anotação Posterior (até 31 de dezembro de 2011) e responsabilidade técnica também serão alguns dos temas debatidos. 

A Bahia foi o primeiro estado a implantar o novo sistema (em vigor desde 1º de janeiro deste ano). A contabilização de obras públicas paralisadas e o georeferênciamento (posicionamento geográfico) estão entre os avanços da nova ART, que deixou de ser um documento pessoal e passou a ser fonte de dados nacional – uma exigência da sociedade acolhida pelo Sistema Confea/Crea.

A palestra será proferida pela coordenadora de Registro e Cadastro do Conselho, arquiteta Lucy Pessoa. A proposta do Confea em centralizar todas as informações vai permitir que com a nova ART, além dos órgãos fiscalizadores do governo, a sociedade também tenha acesso aos dados referentes às obras.


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Aenor e CREA discutem legislação e Conselho de Arquitetura.

Diretores da Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Norte de Mato Grosso (Aenor) se reuniram com o presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA) de Mato Grosso, Tarciso Bassan, para tratar sobre assuntos ligados a legislação que rege a categoria e também informações sobre o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU).
 
“O Tarcisio Bassan expos aos profissionais a importância deles estarem atentos ao que estabelece a legislação, tanto no que diz respeito ao que deve ser cumprido como também aos direitos de cada profissão”, informou o presidente da Aenor, Amadeu Rampazzo Jr.

O presidente do CREA também falou sobre as novas perspectivas, inovações do Conselho e da qualidade da atual estrutura que a entidade possui.

“A estrutura do CREA evoluiu muito nos últimos anos. A representatividade do Conselho junto ao Confea é extremamente forte. Temos um conselheiro federal que nos representa no órgão e as associações também contribuem muito para o fortalecimento da classe em todo o Mato Grosso”, afirmou Bassan.

O presidente do CREA destacou o trabalho que a Aenor desenvolve na região, em busca de melhorias para a categoria e na luta por novas conquista para a classe. O reconhecimento foi agradecido por Rampazzo.

“Nos sentimos honrados e agradecidos por esse reconhecimento do Conselho. Desde sua fundação, a Aenor procura atender às necessidades dos associados e desenvolver atividades que agreguem novas conquistas para os profissionais. Ao mesmo tempo a Associação cobra e influencia esses profissionais a realizarem suas atividades dentro do que é estabelecido por lei, oferecendo assim à sociedade local, segurança nos trabalhos que são desenvolvidos”, enfatizou o presidente da Aenor.

Bassan esteve em Sinop no sábado (4) para prestigiar a abertura da 27ª Exponop e também para cumprir agenda na inspetoria do CREA em Sinop

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CMTP atende recomendações do CREA-PI para Metrô de Teresina.

A Companhia Metropolitana de Transportes Públicos (CMTP), na manhã desta quarta-feira (08), recebeu, oficialmente, o laudo expedido pelo Conselho Regional Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA- PI). O laudo atende a solicitação do Ministério Público Estadual e refere-se a vistoria realizada nos dias 24 e 25 de maio, na malha ferroviária de Teresina.
Foram inspecionados os quinze quilômetros da via e a Companhia Metropolitana de Transportes Públicos já está atendendo as recomendações do CREA-PI. De acordo com o diretor presidente da CMTP, Marcos Silva, a principal recomendação da instituição foi a substituição de dormentes, o que já vem sendo feito pelo Governo do Estado. “Foi recomendado trocar cerca de oito mil dormentes, sendo quatro mil de caráter emergencial. Informamos aos usuários que o Governo do Estado já liberou recursos para a compra de quatro mil dormentes e que a CMTP iniciou a troca dessas peças desde a semana passada", informa Marcos Silva. A substituição já está acontecendo nas proximidades das Ruas Treze de Maio, David Caldas, Sete de Setembro, Rua Goiás, Gabriel Ferreira, Monsenhor Gil, São Pedro, Goiás, nas proximidades da Ponte Wall Ferraz e na entrada do pátio de manobra da Companhia, localizada no bairro Boa Esperança.
O diretor lembrou ainda que, no inicio deste ano, foi lançado um edital para a aquisição de oito mil dormentes e nenhuma empresa se mostrou interessada, em razão do baixo valor da peça sugerido pela Caixa Econômica Federal. “Além desses quatro mil dormentes de caráter emergencial está previsto para ser trocado mais oito mil dormentes logo que a Caixa Econômica atualize o preço e permita a reabertura da licitação”, enfatiza.
De acordo com o laudo, apresentado pelo presidente do CREA-PI, José Borges Araújo, uma das dificuldades da CMTP é a circulação compartilhada com os trens cargueiros da Transnordestina. “Como o metrô é um transporte leve não causa danos na via. Os principais prejuízos são no trecho comum entre a CMTP e a Transnordestina e isso é devido ao peso”, diz.
Para o presidente da comissão do CREA-PI e especialista em ferrovia, engenheiro José Fortes, o problema é pontual. “O laudo apontou que o problema é pontual e sabemos que a CMTP irá resolver isso da maneira mais eficiente possível, já que o transporte ferroviário é um dos transportes públicos mais seguros”, ressalta. Além dos dormentes, estão sendo realizados serviços complementares como a substituição dos materiais nas curvas horizontais, nas seções de aterros, lubrificação de juntas, modificações nos aparelhos de mudanças de via, passagens de nível, correção geométrica de bitola e nivelamento da linha.

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Crea Pará lança edital com 22 vagas.

O Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agricultura do Estado do Pará (Crea-PA) lançou edital de concurso público para selecionar 22 novos servidores de nível fundamental e formar cadastro reserva. De acordo com o edital de abertura, os salários vão variar entre R$ 547 até R$ 958.
As chances oferecidas são para os cargos de auxiliar técnico e auxiliar administrativo. As oportunidades oferecidas terão lotação nos municípios de Ananindeua, Barcarena, Bragança, Capanema, Castanhal, Paragominas, Salinópolis, Conceição do Araguaia, Marabá, Parauapebas, Redenção, Tucuruí, Xinguara, Tucumã, Canaã, do Carajás, Rondon do Pará, Altamira, Itaituba, Santarém, Oriximiná, Novo Progresso, Monte Alegre, Almeirim e Juruti.
O certame será composto por provas objetivas de múltipla escolha com caráter classificatório e eliminatório. Os exames estão previstos para acontecer no dia 11 de setembro, das 8h30 às 12h30, nas cidades de Ananindeua, Castanhal, Marabá, Parauapebas e Santarém. Interessados em participar da seleção devem se inscrever a partir do dia 7 de julho até as 18h do dia 10 de agosto, pelo site https://www.fadesp.org.br/. As taxas de cadastro são de R$ 40 para os empregos de nível fundamental e de R$ 50 para os postos de nível superior. 

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Convênio entre Crea-RN e a UnP proporcionará descontos em cursos de graduação e pós-graduação.

O CREA-RN está firmando convênio com a UnP - Universidade Potiguar para concessão de descontos nos cursos de graduação e pós-graduação universitária. O convenio vai beneficiar os profissionais, incluindo seus familiares, e os servidores do Sistema Confea/Crea no estado.
O objetivo do convênio é criar oportunidades para a formação e a atualização profissional. De acordo com o presidente do Crea-RN, engenheiro civil Adalberto Pessoa de Carvalho, para a graduação o desconto será equivalente a 17% do valor da mensalidade. “Já os cursos de pós-graduação o desconto será de vinte por cento.”
O convênio contempla os profissionais do Sistema Confea/Crea, bem como, suas esposas e filhos; e também os servidores do Crea-RN. Para ter direito ao desconto o profissional deve estar em dia com a anuidade.

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Chuva forte e baixas temperaturas nesta quinta-feira em Londrina.

Nesta quinta-feira (9), áreas de instabilidade avançam sobre o Paraná, provocando chuvas na maior parte do Estado. As chuvas passam rapidamente sobre as regiões paranaense e, no final do dia, já volta a esfriar a partir dos setores sudoeste e centro-sul do Paraná.
As chuvas em Londrina começaram no final da noite desta quarta-feira (8), com trovoadas e muitos raios durante a madrugada desta quinta-feira (9). As temperaturas sofrem ligeiro declínio, sendo que a mínima registrada foi de 11ºC e às 7h15 os termômetros marcavam 13ºC.

Durante o dia a previsão do Instituto Tecnológico Simepar é de tempo chuvoso, com núcleos mais fortes no período da manhã, podendo ocorrer trovoadas. À tarde o tempo vai melhorando e a intensidade de chuvas diminuem significativamente. No entanto, as temperaturas não sobem muito no decorrer do dia, atingindo a máxima de 20ºC.

Com o fim das chuvas, para os próximos dias estão previstas quedas nas temperaturas mínimas, apesar do predomínio do sol sobre Londrina e região. A mínima prevista é de 6ºC no sábado, enquanto que a máxima para o final de semana não passará dos 23ºC.

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CREA-RJ em Notícias segunda-feira, junho de 6 de 2011 Análise financeira do Sistema Confea/Crea.

Com objetivo de analisar processos e contas das instituições integrantes do Conselho, a Comissão de Controle e Sustentabilidade do Confea (CCSS) realizou a quarta reunião ordinária. O encontro, que aconteceu em maio na sede do CREA-RJ, teve a participação dos conselheiros federais Gracio Serra, Vera Therezinha Santos, Melvis Barrios Junior e Martinho Nobre.
A CCSS é responsável pelo equilíbrio administrativo e financeiro do Sistema Confea/Crea e visa a sustentabilidade. De acordo com o coordenador da Comissão, Gracio Serra, para atingir o objetivo é fundamental que a administração dos Conselhos Regionais seja moderna e transparente. “Nós temos que trabalhar com esse enfoque, porque atendemos a sociedade. Eu acredito que o selo (do GesPública) vai fortalecer o Sistema e os Creas. E nós temos que ter esse compromisso total com a nação”, disse.
Além da preocupação com a administração, Melvis Barrios defende mudanças na legislação do Sistema que permitam amparar financeiramente as Regionais que arrecadam menos. Segundo ele, a leis que estão em vigor são muito antigas. “A nossa legislação é de 1964 e ela não foi atualizada. Mas a sociedade e o mundo mudaram muito nesses últimos anos. Nós estamos tentando aprovar uma nova lei, que regulamenta os valores de anuidade e TRT”, explicou.
Para Barrios, a Comissão precisa ainda discutir os percentuais financeiros do Confea, dos Creas e da Mútua. A CCSS atua na gestão contábil, financeira, econômica, patrimonial e institucional, além da administração do Sistema.

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terça-feira, 7 de junho de 2011

Brasil dispara como potência dos raios.

Da Agência Ambiente Energia - A Conferência Internacional de Eletricidade Atmosférica (conhecida pela sigla ICAE) é a maior conferência do mundo sobre raios, realizada desde 1954. Na sua XIV edição, a conferência será realizada pela primeira vez no Hemisfério Sul, na cidade do Rio de Janeiro, no Sheraton Rio Hotel & Resort, em agosto deste ano. Até hoje poucos países tiveram a oportunidade de sediar o evento, entre eles os Estados Unidos, a Rússia, o Japão, a França, a Inglaterra, a Suécia e a China. A ICAE 2011, como é chamada a conferência no Rio, será a maior conferência sobre raios da história com um número recorde de trabalhos científicos, 398 (o recorde até então era de 300 trabalhos na conferência realizada em 1992 na Rússia) e de países participantes, 37 (superando os 30 países participantes na China em 2007). E o Brasil é o país com maior número de trabalhos a serem apresentados, com 104, seguido pelos Estados Unidos, com 72. Para um país que iniciou sua participação na conferência a pouco mais de uma década, o progresso da pesquisa científica brasileira sobre raios é impressionante.
A ICAE 2011 abordará todos os aspectos técnicos e científicos associados à ocorrência de fenômenos elétricos na atmosfera, em particular as descargas atmosféricas ou raios. O principal objetivo da conferência é apresentar para o mundo o estado da arte das pesquisas realizadas. A ocorrência do evento no Brasil deverá trazer um significativo avanço para as pesquisas científicas e o desenvolvimento tecnológico na área de descargas atmosféricas, considerados de extrema relevância para nosso país, que é o campeão mundial em incidência do fenômeno, com 60 milhões de raios por ano.
Além dos trabalhos técnicos, estão previstas sete palestras especiais sobre os principais avanços da ciência nas diferentes áreas de conhecimento, que serão dados por palestrantes convidados. Entre as pesquisas inéditas a serem apresentados pelos brasileiros, destacam-se:
1. Como a incidência de raios variou no Rio de Janeiro e em São Paulo nos últimos 150 anos;
2. O que as novas tecnologias recém implantadas no Brasil podem trazer de avanço para a pesquisa sobre raios no país;
3. Uma nova estimativa de mortes por raios no mundo e como o Brasil se insere neste contexto;
4. O uso dos modelos meteorológicos de alta resolução para prever a incidência de raios em uma cidade;
5. Um resumo das últimas descobertas sobre a física dos raios a partir de pesquisas feitas no Brasil;
6. Um novo modelo para determinar os pontos críticos em termos da incidência de raios em nossas linhas de transmissão de energia;
7. Novos resultados do impacto da urbanização em grandes centros urbanos sobre a incidência de raios;
8. Como o aquecimento global esta afetando a incidência de raios na Amazônia;
9. Como as queimadas na Amazônia afetam as características das tempestades;
10. Os últimos resultados da pesquisa sobre a proteção de aeronaves devido à incidência de raios;
11. As últimas tecnologias para monitoramento de raios voltado a proteção das redes elétricas.
Estes temas serão apresentados na coletiva de imprensa da ICAE 2011, que será realizada no dia 8 de agosto, às 10h45, no Sheraton Rio Hotel & Resort. Mais informações no site do evento

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