Arquivo do blog

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Semáforo desligado complica trânsito na esquina do Galo.

Equipamento deve permanecer sem operar até a próxima semana.
No horário de pico no final da tarde desta quinta-feira, 28, um agente de trânsito da Prefeitura esteve organizando o trânsito junto ao semáforo da esquina das ruas Gaspar Silveira Martins e Galvão Costa. O trânsito é intenso no local. No entanto, o equipamento deve permanecer desligado até a semana que vem, de acordo com o secretário Antônio Nascimento.
O semáforo do Arroio Grande, localizado no cruzamento da Avenida Euclides Kliemann com a Barão do Arroio Grande, que também foi atingido por raios e estava desligado desde o último final de semana, já voltou a funcionar.
Depois da chuvarada que atingiu Santa Cruz do Sul na última sexta-feira, 22, duas sinaleiras deixaram de funcionar na cidade. A do Bairro Arroio Grande, localizada no cruzamento da Avenida Euclides Kliemann com a Barão do Arroio Grande, está recebendo reparos na manhã de hoje. No entanto, o semáforo da movimentada esquina da Rua Galvão Costa com a Gaspar Silveira Martins, em frente ao Posto do Galo, só deve voltar a operar na próxima semana.
De acordo com o secretário municipal de Transportes e Serviços Públicos, Antônio Nascimento, os problemas foram causados porque raios atingiram os equipamentos durante os temporais. A demora na realização da troca ocorre porque as empresas responsáveis são de fora do município.
Nascimento adiantou que a sinaleira do Arroio Grande deve estar operando ainda hoje. "Fomos até Gravataí especialmente recrutar uma empresa pra realizar o reparo, que não é simples", afirmou o secretário, acrescentando que os raios queimaram o sistema interno do equipamento, exigindo conserto especializado.
O cruzamento das ruas Galvão Costa e Gaspar Silveira Martins permanece sinalizado com cones e placas até que o conserto seja feito. Segundo Nascimento, um agente de trânsito deve continuar auxiliando o fluxo de veículos nos horários de pico. No entanto, de acordo com o leitor do Portal Gaz Gustavo Hunnig, que passa diariamente pelo local, ele não viu "azuizinhos" trabalhando no local.


VISITEM NOSSO SITE: www.abcpararaios.com.br

Gostaria de saber como você quer que apareça no seu cartão de visita.

O presidente do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea/MT), Tarcísio Bassan, afirmou a pouco , sem esconder sua preocupação, que a falta de projetos consistentes, viáveis e bem elaborados podem inviabilizar algumas obras previstas para a Copa do Mundo de 2014. "Não podemos nos dar ao luxo de errar".

“Se você for fazer um banheiro, um apartamento, um prédio, uma estrada ou qualquer obra, tem que ter um bom projeto, dentro das especificidades técnicas. Não se pode apenas se preocupar com a lei 8.666 (Lei das licitações). A preocupação tem que ser com todos os detalhes, sob pena de Cuiabá não conseguir concluir algumas obras”, destacou o presidente do Crea.

Tarcísio Bassan destaca ainda que as intervenções a serem feitas interferem no cotidiano de toda a cidade, no trânsito. Segundo ele, tudo tem que ser pensado, e principalmente a vida das pessoas.

“Virtualmente, os projetos são bonitos é bonito. Mas na prática, tudo é diferente. Cuiabá é uma cidade histórica, já está com trânsito sobrecarregado. Em algumas ruas, o limite de carros já está ultrapassado”, salientou Bassan.


VISITEM NOSSO SITE: www.abcpararaios.com.br

São Paulo é a capital campeã em densidade de raios no Brasil.

São Paulo é a capital campeã em incidência de raios, de acordo com ranking divulgado ontem pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). O levantamento mostra que caíram, em média, 15 raios por km quadrado da capital no intervalo de um ano.

A cidade com maior incidência de raios é Porto Real, no Rio de Janeiro, com média de 27 raios por km quadrado em um ano.

Segundo o Inpe, as cidades com mais de 200 mil habitantes tiveram 11% mais raios entre 2009 e 2010 do que no biênio anterior.

O Elat (Grupo de Eletricidade Atmosférica) afirma que as cidades mais urbanizadas têm cada vez mais tempestades e com intensidade maior.

VISITEM NOSSO SITE: www.abcpararaios.com.br

Hoje é Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho

Segundo a OIT, no mundo morre um trabalhdor a cada 10 minutos por acidente de trabalho
Luanda - Em 28 de Abril de cada ano é celebrado o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, instituído pela Organização Mundial do Trabalho (OIT), em homenagem ao grave acidente ocorrido nesta data, em 1969, numa mina dos EUA, onde morreram dezenas de trabalhadores.
A primeira cerimónia teve lugar em 1996, em Nova Iorque, na Organização das Nações Unidas, e, em 2001, a data foi reconhecida pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e passou a ser celebrada oficialmente em muitos países.
Apesar de todas estas celebrações, a luta contra a sinistralidade laboral está longe de ser uma realidade. As estatísticas continuam a mostrar um balanço triste e, o mais grave é que, para alguns, a prevenção laboral não passa disso: balanços, informações, estatísticas.
De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), em todo o mundo ocorrem 270 milhões de acidentes de trabalho e são registadas mais de 160 milhões de doenças profissionais a cada ano.
Esses acidentes e doenças profissionais causam, anualmente, mais de 2,2 milhões de mortes e provocam uma redução de 4% no PIB (Produto Interno Bruto) mundial.
Actualmente, os destaques estão no sector de construção civil, um dos maiores geradores de emprego em muitas partes do mundo e também responsável por altos índices de acidentes e doenças relacionados ao trabalho.
Entre os grupos, estão os trabalhadores jovens (15 a 24 anos), que sofrem por sua inexperiência, e os idosos (com mais de 55), mais propensos a acidentes fatais no trabalho.
Ainda de acordo com o relatório preparado pela OIT por ocasião da data, cerca de 17 % de todos os acidentes fatais no local de trabalho ocorrem na indústria e na construção.
Isso representa 60 mil mortes por ano, ou uma morte a cada 10 minutos.
O relatório da OIT reforça a necessidade de melhor planeamento e coordenação para lidar com as questões de saúde e segurança nos locais de construção, assim como um maior foco na prevenção de doenças e acidentes relacionados ao trabalho.
O estudo da OIT aponta que os trabalhadores jovens sofrem mais acidentes sérios, porém não-fatais, e esse maior risco pode ser relacionado com a falta de experiência e treinamento, assim como pela pouca maturidade física e emocional.
Assim, educação para o trabalho e treinamento são elementos-chave nos programas de prevenção para este grupo.
No outro extremo da escala etária, trabalhadores com mais de 55 anos parecem estar mais susceptíveis a sofrerem doenças ocupacionais fatais, se comparados aos demais colegas.


VISITEM NOSSO SITE: www.abcpararaios.com.br

Estresse leva mais de 1 milhão a se afastarem do trabalho.




Problemas causados pelo estresse - depressão, alcoolismo, hipertensão, dor de cabeça e outros - levaram 1,3 milhão de brasileiros a se afastarem do trabalho e receberem auxílio-doença, segundo uma pesquisa recente da UnB (Universidade de Brasília), divulgada no começo de abril.


O estudo também mapeou as principais causas de afastamento dos trabalhadores. Entre os principais motivos, além dos problemas mentais decorrentes do estresse, está a esquizofrenia.


Para Anadergh Barbosa Branco, professora de medicina do trabalho da UnB e autora do estudo, a falta de um exame preciso que comprove distúrbios psicológicos, como a depressão, faz com que os funcionários nesse estágio de estresse não saibam lidar com o problema, assim como a maioria das empresas.


O número de funcionários afastados, registrado em 2008, é preocupante e mostra a sociedade como "criadora de uma legião de incapacitados", afirma Anadergh.


"As doenças da mente representam cada vez mais um fator importante [de afastamento no trabalho], com maior curso e duração, e estão crescendo em quantidade. Há um custo social alto para o governo e para a sociedade. É preciso acordar para isso", diz.


Dentro do trabalho, as causas do quadro depressivo podem ser inúmeras: cobranças incessantes e assédio moral, por exemplo.


Já do lado de fora, o fim de um relacionamento e a perda de um parente querido podem motivar tristeza profunda e dificuldade para lidar com o dia a dia.


O mais importante após o diagnóstico, independente do nível de estresse, é procurar tratamento imediato. Anadergh afirma que isso requer, inevitavelmente, afastamento temporário da rotina do emprego.


Não é frescura


Visto como "frescura" por patrões despreparados, o estresse leve pode levar a prejuízos maiores se não for tratado com urgência.


Segundo uma pesquisa da Universidade de Bristol, na Grã-Bretanha, mesmo os "estressados leves" acabam incapacitados ao longo do tempo.


Mais de 17 mil trabalhadores na região de Estocolmo, na Suécia, foram avaliados entre 2002 e 2007. No período, 649 passaram a receber ajuda por problemas de saúde a longo prazo; 203 tiveram danos psicológicos; e boa parte do grupo restante acabou afastado por desgaste físico.


Mesmo o estresse leve aumenta em 70% a necessidade de afastamento do trabalho. Isso acontece mesmo se forem considerados fatores externos que influenciam os resultados da pesquisa, como uso de álcool.


Ao menos 66% dos entrevistados na pesquisa britânica pediram afastamento do trabalho por problemas mentais.


Sofrimento constante


Estar triste ou preocupado por uma coisa pontual é normal, mas é preciso ficar atento se o sofrimento é constante, diz a presidente da Isma-BR (Associação Internacional de Cuidados com o Estresse, em tradução do inglês), Ana Maria Rossi.


Sintomas físicos como tensões musculares, dores de cabeça e dores no intestino são características de quem precisa de tratamento médico e não está se cuidando como deveria. Também há sinais emocionais, como ansiedade, culpa, depressão e raiva, que levam a ações inadequadas e "explosões" no trabalho.


No Brasil não é diferente. Além das estatísticas levantadas pela UnB, a Isma aponta que 70% da população brasileira sofre de estresse. Desse total, 30% apresentam burnout, que é o estado de exaustão física e mental que pode levar à depressão e até ao suicídio.


Ana Maria também chama a atenção para os prejuízos significativos com isso, já que o auxílio-doença é cedido pelo Ministério da Previdência, ou seja, tem origem em dinheiro público.


"Estimamos que [o prejuízo] seja de 3,5% do PIB [Produto Interno Bruto] do país, considerando faltas, ausência na empresa, presenteísmo [quando a pessoa está fisicamente no local, mas alheia ao que faz], e a licença-médica, com os problemas todos de saúde. O prejuízo maior é do trabalhador, que prejudica o seu bem maior, que é a sua saúde", afirma.

Visitem: www.abcpararaios.com.br

Site ABC Pára-Raios de cara nova

A ABC Pára-Raios mudou o visual do site, está com muitas facilidades como acesso as principais redes sociais, atendimento online via chat e msn.
Entrem e confira.



Visitem nosso site: www.abcpararaios.com.br

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Ministério das Cidades divulga Proposta de Plano Nacional de Saneamento Básico.

A Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades divulgou, no dia 14 de abril, a Proposta do Plano Nacional de Saneamento Básico. O documento será submetido à consulta pública no período de 23 de maio a 11 de junho, segundo cronograma divulgado no site do Ministério.

Antes disso, porém, haverá duas audiências públicas e cinco seminários por região, sendo que a primeira delas (Região Norte) será realizada no dia 29 de abril, em Belém do Pará. Segundo o conselheiro federal José Roberto Geraldine Júnior, representante do Confea no Conselho das Cidades, é de grande importância a participação dos profissionais do Sistema Confea/Crea na discussão sobre o tema.

O Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab)
O Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) começou a ser elaborado em 2008, com a participação dos governos municipais, estaduais e federal, além de universidades e sociedade civil. Segundo o secretário nacional de Saneamento Ambiental do Ministério das Cidades, Leodegar Ticoski, a previsão é de que o documento fique pronto ainda este ano.

"O Plansab será, sem dúvida, a referência para os futuros investimentos no setor saneamento básico nos próximos vinte anos, exercendo também o papel indutor junto aos Estados e Municípios do País para impulsionar a organização e a consolidação dos pilares básicos da gestão do setor, previstos na Lei, que incluem o próprio planejamento, a regulação e fiscalização, a prestação dos serviços e o controle social", afirma Leodegar.

A proposta do Plano, dividida em 10 capítulos, abrange a análise da situação atual do saneamento básico no país; cenários para a política do setor em 2030; metas de curto, médio e longo prazos; necessidades de investimentos; macrodiretrizes e estratégias; programas de saneamento básico integrado, rural e estruturante; além do monitoramento, avaliação sistemática e revisão do Plano.

VISITEM NOSSO SITE: www.abcpararaios.com.br

Profissionais e estudantes da região bragantina receberam palestras do CREA-PA

No último dia 18 de maio, o presidente do CREA-PA esteve em Bragança, nordeste do Pará. Entre os compromissos que o levaram ao nordeste paraense está a realização de uma palestra aos estudantes do curso de Engenharia de Pesca, no auditório da Universidade Federal do Pará, UFPA, daquele município. Além dos estudantes, professores e profissionais da região participaram do encontro que esclareceu a missão, visão e valores do maior Conselho profissional da Amazônia.



Para o presidente do CREA-PA, a oportunidade de levar maiores esclarecimentos relativos às competências do Conselho diretamente para as instituições de ensino é de grande importância, pois "o aluno tem que sair da faculdade já sabendo qual é o que faz o seu Conselho profissional", dimensionou o presidente.

Com cerca de 929 mil profissionais registrados em mais de 300 títulos profissionais, o Sistema profissional Confea/ CREA configura-se como um dos maiores Conselhos profissionais do mundo. De acordo com o presidente do Conselho, a função principal do Conselho é a fiscalização do exercício profissional da Engenharia, Arquitetura, Agronomia, Metereologia, Geografia, Metereologia, Técnicos e Tecnólogos. "Fiscalizando as profissões, os Conselhos profissionais resguardam a segurança da sociedade ao protegê-la da atuação de leigos inabilitados ou dos habilitados sem ética", explicou o presidente.

VISITEM NOSSO SITE: www.abcpararaios.com.br

Sul e Nordeste do estado são alvos da Fiscalização do CREA-PA - 26/04/2011.

o longo desta semana, de 25 a 29 de abril, a Fiscalização do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Pará, CREA-PA, está atuando em grandes projetos no estado: Projeto Sossego - Canaã dos Carajás - e Projeto Salobo - próximo ao município de Parauapebas - ambos da empresa VALE. De acordo com o gerente do setor fiscalização do CREA-PA, Elival Nobrega, o principal objetivo da ação é fazer um levantamento da situação dos profissionais e empresas que prestam serviços junto à empresa para posterior adoção dos procedimentos cabíveis perante o Conselho. "Ao finalizarmos os trabalhos, iremos também comunicar a Vale sobre os resultados da ação", declarou o gerente de fiscalização.
Do Sul do Pará, a Fiscalização do CREA-PA seguirá para o nordeste do estado. Nos municípios de Salinópolis, São João de Pirabas, Quatipuru e Primavera, a equipe de fiscalização irá verificar a regularidade das empresas terceirizadas que atuam junto à Petrobras. "Além da situação das empresas, a equipe irá fiscalizar as obras e loteamentos dos municípios envolvidos", afirma o gerente de fiscalização.

Visitem nosso site: www.abcpararaios.com.br

Responsável defende melhoria da segurança nos locais de serviço .

Kuito - O chefe de departamento da Inspecção-Geral do Trabalho no Bié, Isaac Justino, defendeu hoje (quarta-feira) a necessidade das instituições estatais e privadas melhorarem a segurança e saúde nos locais de serviços, visando garantir o bom funcionamento e bem-estar dos funcionários.


Em declarações à Angop, a propósito do 28 de Abril, Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, o responsável sublinhou que as empresas, sobretudo, as ligadas ao ramo de construção civil devem melhorar a qualidade e as condições de trabalho oferecidas aos funcionários.


Face a isto, disse que os trabalhadores, em particular, do sector privado, devem colaborar com o departamento de Inspecção-Geral do Trabalho na denúncia de casos que possam desrespeitar as normas da segurança e saúde nos locais de serviço.
 

Issac Justino fez constar ainda que há necessidade das empresas privadas, sobretudo, ligadas ao ramo de construção civil, a inscreverem os seus trabalhadores no sistema de segurança social, por forma a garantir a pensão ou reforma dos trabalhadores.


Condenou,  por outro lado, a atitude de trabalhadores que continuam a não usar os meios de protecção adquiridos pelas empresas (botas, luvas, máscaras e outros), com o objectivo de denegrir o prestígio das mesmas no mercado local.


O 28 de Abril foi instituído como o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) em homenagem ao grave acidente ocorrido numa mina dos EUA( em  28 de Abril de 1969), onde morreram dezenas de trabalhadores.

VISITEM NOSSO SITE: www.abcpararaios.com.br

Cidades urbanizadas tiveram 11% mais raios em dois anos .


As cidades com mais de 200 mil habitantes - mais urbanizadas - tiveram 11% mais raios em 2009 e 2010 do que no biênio anterior, segundo o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Municípios de São Paulo e Rio de Janeiro lideram o ranking divulgado nesta quarta-feira (27).

Em nota, o Elat (Grupo de Eletricidade Atmosférica) afirma que as cidades mais urbanizadas têm cada vez mais tempestades com intensidade maior.

Exceto pela cidade de Belfor Roxo, na região metropolitana do Rio de Janeiro, os dez municípios com maior incidência de raios são da região metropolitana de São Paulo e do sul do Estado do Rio de Janeiro.

“A presença das cidades do sul do Rio de Janeiro entre os dez municípios de maior incidência de raios se deve as características locais de relevo”, disse, por meio de nota, Osmar Pinto Junior, coordenador do ELAT.

A campeã é a cidade de Porto Real (RJ), com densidade de 27 raios por quilômetro quadrado. Em segundo lugar está São Caetano do Sul, com 23 raios por quilômetro quadrado.

Entre as capitais, São Paulo é a que tem maior insidência de raios, com média de 15 raios por quilômetro quadrado em um ano.

Veja quais são as dez cidades com maior incidência de raios:
Município
Área (km²)
População
Posição no ranking
Raios / km²
Porto Real (RJ)
50,84
16.574
27,024
São Caetano do Sul (SP)
15,27
149.571
22,8189
Barra Mansa (RJ)
549,58
177.861
22,4314
Volta Redonda (RJ)
182,53
257.996
22,2134
Itaquaquecetuba (SP)
83,20
321.854
20,5154
Diadema (SP)
31,24
386.039
19,7454
Ferraz de Vasconcelos (SP)
29,85
168.290
19,4816
Belford Roxo (RJ)
80,28
469.261
18,9647
Poá (SP)
17,16
106.033
18,3813
Quatis (RJ)
285,67
12.831
10º
18,1054


    VISITEM NOSSO SITE: www.abcpararaios.com.br

    ELAT divulga novo ranking de incidência de raios no Brasil.

    Foto tirada em Campinas por Jacomo Piccolini.
    ELAT divulga novo ranking de incidência 
    de raios no Brasil
    O Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto
     Nacional de
     Pesquisas Espaciais (INPE) concluiu o novo ranking de incidência 
    de raios nos municípios pertencentes aos estados cobertos pela Rede
     Brasileira de Detecção de Descargas Atmosféricas, para o biênio 
    2009-2010. Os dados reforçam pesquisas anteriores que indicam 
    que grandes centros urbanos tendem a intensificar a ocorrência 
    de tempestades.Para toda a área monitorada, que engloba os 
    estados do sul, sudeste e parte do centro-oeste do país, a
     incidência de raios no último biênio se manteve estável em
     relação aos biênios anteriores, com variações inferiores a 5%.
    Entretanto, considerando somente as cidades acima de 200 
    mil habitantes – que possuem maior urbanização – houve um 
    aumento de 11% em relação à média dos dois últimos biênios."
    Tanto essas cidades têm mais tempestades quanto elas estão, 
    também, cada vez mais intensas, e a urbanização pode ser apontada
     como uma das principais responsáveis", afirmou Osmar Pinto Junior. 
    Os resultados apontam que, em 2009-2010, entre os 10 municípios 
    com maior incidência, estão municípios da região metropolitana de 
    São Paulo e do sul do estado do Rio de Janeiro, com exceção de 
    Belford Roxo. “A presença das cidades do sul do Rio de Janeiro
     entre os dez municípios de maior incidência de raios se
     deve as características locais de relevo”, 
    disse Osmar Pinto Junior, coordenador do ELAT.
    Desta vez, a cidade de Porto Real aparece em 
    primeiro lugar no ranking geral, com uma 
     densidade de 27 raios por quilômetro quadrado por ano, 
    seguida por São Caetano do Sul com 23 raios por 
    quilômetro quadrado por ano. “A ocorrência de 
     tempestades possui uma variação espacial muito 
    grande e, por isto, municípios menores têm maior 
    chance de apresentar altos valores de densidade”, 
    comentou o coordenador.
     Tanto essas cidades têm mais
     tempestades quanto elas estão, 
    também, cada vez mais intensas, 
    e a urbanização pode ser apontada
     como uma das principais responsáveis. 
    Osmar Pinto Junior, Coordenador do ELAT
    Em cidades grandes - com mais de 900 km2 - o máximo 
    aumento registrado foi de 97%. Já os municípios menores 
    do que 100 km2 sofreram aumentos de densidade que 
    chegaram a 320% no último biênio quando comparado 
    com a média dos dois anos anteriores. Em São Paulo 
    este aumento foi de 42%.O novo ranking é feito com 
     base em dados corrigidos pelo modelo de eficiência 
    da rede denominado MED4, recém desenvolvido pelo grupo, 
    sendo este um dos modelos mais precisos existentes no
     mundo para correção de dados de redes de detecção.
     O MED4 permite corrigir diariamente os dados da 
    rede em função da intensidade das descargas que 
    ocorrem numa determinada região.
    O modelo é mais robusto que as versões anteriores 
    utilizadas nos ranking de 2005-2006 e 2007-2008. 
    “Os novos dados de densidade de raios são ainda 
    mais confiáveis com o uso do modelo desenvolvido 
    pelo ELAT”, disse o pesquisador. Os resultados 
    encontrados podem contribuir diretamente com 
    a prevenção e proteção, assim como gerar 
    informações úteis para o setor elétrico e,
     conseqüentemente, para a sociedade.
    Onde encontrar
    O novo ranking está disponível no 
    endereço www.inpe.br/elat (Portal ELAT) através do
     link “Ranking de Municípios”.

    VISITEM NOSSO SITE: www.abcpararaios.com.br